M.D.



Nome: Mariana
Idade:17
Cidade:Rio de Janeiro
Email:
mariana_dimbarre@globo.com

Frase: "Nunca fale que é incapaz de realizar seus sonhos"


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PARA QUEM GOSTOU DO MEU TRABALHO


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Sobre o Blog


Bem, o blog tem o intuito de relatar meus contos, Mariana Dimbarre!No momento estou começando o meu primeiro, "As vezes o inesperado pode agradar".
Espero de coração que todos gostem.




Sinopse


Em uma história cheia de suspense, ação e muito romance conheceremos a vida da jovem Lucy. Uma menina cheia de dúvidas e muito abatida graças a um serio problema de saúde não sabe quantas barreiras a vida ainda vai lhe impor.


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Créditos



M.D.


[Segunda-feira, Setembro 14, 2009]



Oiii!


*Realmente devo desculpas a todos... Mas tambpem esse blog está as moscas....
*GENTEEE, vamos divulgar o blog, a história, porque só assim terei um publico certop de leitores...
*Bom com a faculdade fica um pouco difícil de postar aqui... Ainda mais arquitetura , mas sempre que der eu vou postar, mesmo que seja só um comentario sobre o desenrolar da história
* Priscila: Que bom que você está lendo a história... Você ficou sabendo do blog pelos comentario do blog-> by marina?... Então me ajuda a divulgar a história pleaseee....
e chega de papo, Capítulo 10.

Capítulo 10
Lembranças




A notícia de que meu problema está prestes a ser resolvido tirou por completo o meu sono. Tudo o que eu sofri à minha vida toda podia acabar em menos de um mês em Nova York.
Dan, radiante assim como eu, me convidou para passarmos o Domingo na sua casa de campo em Greenwich no estado de Connecticut.
Estava um frio de congelar meus ossos, mas a vista era tão bela que pude até me esquecer do clima gélido. A propriedade é estupidamente enorme, passei apenas um dia e foi impossível ir a todos os lugares. Há de tudo um pouco. Uma big piscina, Poço que armazena a água para todo o terreno, jardins além da estufa onde Dan mantém as mais raras plantas... A casa é linda e muito grande. Móveis rústicos, porém sem perder a classe que Dan tem de sobra.
Na cozinha um forno a lenha, onde Dan tentou cozinhar uma macarronada para nós. No final ele desistiu e pediu a minha ajuda. Almoçamos juntos iluminados pela luz do dia que entrava pelas inúmeras telhas transparentes do aposento. Conversamos bastante e descobri que Dan é aquele tipo de pessoa que respeita a opinião dos outros mesmo que não concorde porque sabe que todos nós temos pontos de vista diferentes. Após uma semana com ele consigo mudar a minha concepção sobre ele.
Andamos a cavalo, pescamos, e ele me mostrou todos os animais que tinha.
- Qual desses você quer levar? – Ele perguntou apontando para uma casinha de coelhos filhotes.
- O que? Como assim levar? Eu posso?
- Claro! Eu já te falei que tudo isso aqui é seu.
- Está bem! Eu quero uma fêmea branquinha.
Dan entrou na casinha, pegou um filhote e de primeira acertou. Era uma fêmea. Trouxe para mim e nós a levamos pra dentro de casa.
- Qual será o nome? – Ele perguntou.
- Laura!
- Sua mãe foi uma mulher incrível!
Sabe quando as palavras seguem um impulso e é impossível segura-las e continua calada? Então. Foi isso que aconteceu.
- Então porque você não ficou com ela?
- Eu fiquei com ela até o ultimo segundo de sua vida.
Ou ele estava blefando, ou vovó esqueceu esse detalhe: Que meu pai sempre AMOU minha mãe!
- O QUE? – quase deixei Laura cair no chão. – Você me viu nascer?
- Sim, eu vi. E após isso, eu fiz a pior escolha da minha vida.
- Você me deixou...
- Me desculpa Lucy! Eu me arrependo todos os dias por isso.
- Eu estaria invadindo o seu espaço se perguntasse o porquê dessa escolha?
- Não querida! Você pode perguntar o que você quiser. Mas sinto que não estou preparado para uma conversa assim agora. Eu tenho que tomar muita coragem! Não pense que não estou tentando.
Não está preparado? De duas uma: Ou ele ta me enrolando bonito, ou a coisa é feia mesmo. Não sei qual das duas eu prefiro.
- Tem alguma coisa a ver com Clair?
Não custa nada tentar um chutezinho não é?
- Luciana eu te pedi... Mas não é diretamente com Clair. E sim seus pais.
- Ela ficou meio estranha quando perguntei para ela.
- Você conversou sobre isso com ela?
- Desculpe-me! Foi sem querer.
- Não quero que peça desculpas. Só peço que espere para eu mesmo te contar certo?
Agora seu olhar penetrante me passava sinceridade. Estávamos de pé entre a cozinha e a varanda. Ele olhando para mim meio que suplicando que eu concordasse.
- Está tudo bem. Eu vou esperar.
Seu rosto repleto de tensão aliviou-se por completo. Ele estendeu os braços fazendo menção de pegar Laura e eu a entreguei.
- Temos de alimentar-la e vou providenciar uma gaiola.
Eu ri e depois assentei movendo fracamente minha cabeça devido ao frio.
- Você deve estar congelado – Ele falou. Realmente isso devia estar estampado em minha testa. – Que tal um chocolate quente antes de voltarmos à Nova York?
- Ok, mas só se eu puder fazer.
- Se essa é a única opção, o que eu posso fazer?
- Pegar ou largar – Falei uns segundo antes de ele aceitar por completo a minha oferta.
Preparei o nosso chocolate quente e nos sentamos na sala de estar. A lareira estava ligada aquecendo o ambiente e assim meus lábios pararam de tremer.
- Dan, porque vovó mentiu para mim sobre você?
Ele me olhou pensativo. Parecia estar criando a resposta, que a meu ver, fosse menos constrangedora.
- Porque a sua avó nunca gostou da pessoa que eu era. Laura e eu nos conhecemos em uma viajem a navio, os famosos cruzeiros de hoje em dia. Eu não era ninguém naquela época e havia ganhado o ticket para a viajem em um jogo de poker.
Me apaixonei por sua mãe que ainda era uma menina, apenas com seus dezoito anos e eu no auge dos meus vinte e quatro anos de idade, com faculdade de cinema e nenhum emprego a vista. O jeito foi me mudar para o Brasil alguns meses após o nosso primeiro encontro no navio.
Quando desembarquei no Brasil sua mãe, já com dezenove anos me aguardava e com boas notícias. Ela ingressaria na melhor faculdade de medicina do país em menos de um mês. Eu fiquei estupidamente feliz por ela e frustrado por mim. Começamos a namorar e não bastou um ano de relacionamento para que Marisa começasse a reclamar. Eu tinha uns bicos com as minhas filmagens para um documentário, mas que eu não levava a sério. Eu e Laura nos amávamos muito e sua mãe começou a receber notas vermelhas na faculdade... Bem... A sua avó era uma ótima pessoa, quando não se referia a mim.
O dia que ela realmente enlouqueceu foi quando Laura aos vinte anos disse que ia largar a faculdade porque estava grávida de você.
- Vovó não me queria?
Foi como um balde de água fria, um ponta-pé no traseiro, um soco na cara ou até fogo por dentro.
- Não! A sua avó, eu, Laura... Todos nós queríamos você desde o dia que soubemos de sua existência. Marisa apenas me odiava por eu ser o pai e fazer isso com sua filha tão cedo, atrapalhando sua carreira. Entende?
- Entender eu entendo, concordar eu não concordo. Deve ser duro falar sobre isso. Não é?
- Pode ter a certeza de que eu terei uma conversa pior.
Um arrepio transpassou a minha coluna. Eu sabia sobre o que era o assunto. O motivo para me deixar.
- Mas continuando – Ele mudou logo o rumo de nosso diálogo. – Durante a gravidez de sua mãe, eu me empenhei mais no documentário para poder ter grana quando você nascesse e sua avó largou um pouco do meu pé.
- Eu não conhecia esse lado de vovó. – Falei arrasada.
- Sorte a sua. É o seguinte Lucy: Eu não quero destruir a imagem boa que você tem de sua avó porque ela era realmente assim. Sempre foi doce, prestativa, bondosa... Era apenas um problema comigo. Mas Então, Ela foi boazinha até o dia que a bolsa estourou. Eu não estava em casa e haviam cortado a linha telefônica. O fato é que eu estava me esforçando, mas não conseguia ajudar sua avó com as contas. Cheguei atrasado ao hospital depois do aviso do porteiro em casa e Laura já estava sendo encaminhada para o centro cirúrgico. Eu assisti tudo, mas... Segundo os médicos, ela tinha um aneurisma que nos leva ao triste consentimento de que sua mãe não está mais entre nós.
Senti Dan engasgar nas ultimas palavras. Parecia tão dolorido falar sobre isso, como se eu cutucasse uma ferida esquecida. Ele respirou fundo e continuou:
- Sua avó queria levar-la para casa e me expulsar de lá com uma mão na frente e outra atrás. Ela dizia que devido a minha demora, Laura morreu.
Eu não suportava escutar-la me chamando de assassino com você, ainda muito pequena, nos braços.
- Não acredito que ela fez isso.
Vovó nesse momento parecia um monstro para mim.
- A sua avó sempre te amou e a sua mãe. Ela apenas me detestava e me culpava, porque só fazendo isso ela conseguia amenizar a dor da perda.
Eu também estava sofrendo... Eu conseguia me lembrar do ultimo suspiro de sua mãe me dizendo que me amava e suplicando que eu te amasse e te desse o nome de Luciana.
Nesse momento eu já me encontrava encolhida no sofá segurando a xícara de chocolate com uma das mãos e enxugando as lágrimas com a outra.
- Bem... Acho que vovó me escondeu grande parte da história. – Falei entre soluços.
- É ele concordou. Além de me culpar por Laura, me culpava por você já ter nascido com problemas como o da temperatura. Ou seja, eu que estava trabalhando até tarde, e naquele dia havia terminado o documentário, para conseguir dinheiro fui culpado por não ter o dinheiro da conta. Isso abalou meu psicológico com toda a certeza.
Vendo até onde essa história podia chegar, onde eu mais queria... Já não sabia se estava preparada. Resolvi esperar mais um pouco. Levantei do sofá, pousei minha xícara na mesinha da frente, me dirigi ao sofá oposto onde Dan se encontrava sentado e o abracei bem forte. Esperei alguns segundos reconfortando-o e sussurrei em um de seus ouvidos:
- Você não precisa me contar o resto agora. Tudo no seu tempo e eu nem sei mais se quero saber.
- Muito obrigada Lucy! Eu realmente agradeço por esse tempo. VOCÊ é uma menina de ouro!
Ficamos ali parados até Dan tomar coragem de se mexer e anunciar nossa volta para casa.
- Vou tomar um banho, você toma o seu e depois vamos ok? – Ele falou bem mais calmo.
- Ok – eu disse aliviada por todo esse esclarecimento.
À volta para casa foi a mais quieta possível, apenas um fundo musical da letra mais calma dos Red hot chili peppers tiravam a tranqüilidade do carro. Ele querendo contar o motivo de sua vergonha, mas sem coragem e eu na duvida se quero ou não descobrir a verdade.


Espero que tenham gostado...
AHHH, para quem quiser saber... A atriz da montagem do capítulo é a Olivia Wilde. Eu tentei achar uma atriz brasileira parecida com ela porque ela me inspirou para a personagem (LAURA), mas como não achei... resolvi burlar a minha regra de personagens brasileiros representados por atores brasileiros.. ok to falando demais já.. hehehehehe.... um beijo grande e até a próxima



Por M.D. * 5:03 PM Commentários:

[Sábado, Agosto 15, 2009]



Boa noite!


Mais umas vez desculpe pela demora! E segunda feira a mais nova universitaria, INGRESSAREI na UFRJ, arquitetura. OK ta, nada a ver com letras, ou coisas do tipo... Mas o fato é que essa história veio do nada em minha mente. A principio eu nem sabia como escrever, mas acho que fu melhorando com o tempo...
Espero que estejam gostando e por favor, divulguem!! Sem um publico certo, eu nunca poderei publicar o livro...
Agora pra vocês o capítulo 9:

Capítulo 9
Resultados




No dia seguinte era o primeiro final de semana em Nova York que já começou com surpresas. Dan me acordou as oito da manha gritando. Primeiro pensamento que veio em minha cabeça fraca lutando contra o sono? FOGO, ou coisas do tipo como assalto, terremoto, mas não era nada disso. Apenas uma consulta médica, ou melhor, resultados médicos.
- O que? – Me esforcei para falar após minha breve reflexão sobre o assunto. – Como assim consulta médica? Acabei de completar uma semana por aqui e eles já tem as respostas?
- Eu sei que foi rápido, mas isso é bom não é? Você mais do que eu deve achar isso.
Concordei sem querer concordar. Porque a tensão começou a invadir membro por membro de meu corpo tornando-o gelado. Agora a única coisa que passava por minha mente era o medo de ser algo grave e irreversível.
Tomei um banho morno e demorado a fim de me acalmar, dei importância aos mínimos detalhes como passar duas vezes o xampu para que meu cabelo ficasse bem limpo, depilar as axilas para que elas ficassem lizinhas, escovar cada dente de minha boca, um por um para que ficassem brilhantes. Coisas que eu não daria tanta importância no dia a dia, mas hoje eu precisava de uma desculpa que me desse tempo para pensar no que essa consulta resultaria
Quando sai, me arrumei com as primeiras vestes que encontrei. Calça jeans, um suéter verde musgo e tênis tradicional Converse. Cabelos molhados jogados para o lado.
Desci as escadas e Dan já estava inquieto andando de um lado para o outro no Hall. Ele abriu um sorriso quando me viu e disse algo como “Finalmente” antes de abrir a porta de casa e seguirmos para o estacionamento. Ele ligou a sua BMW e fez manobras bruscas que eu nunca arriscaria tentar e saímos na central park West. Dan parecia mais nervoso que eu. Não respeitou os sinais, quase atropelou uma tradicional nova-iorquina, andou em zig-zag cortando todos os carros à sua frente. Em menos de cinco minutos já estávamos na Rua 68, chegando ao hospital presbiteriano. Eu não havia notado como estava agarrada ao cinto de segurança até que ele desligou o carro e meus membros deram uma relaxada.
Partimos feito bala para a sala de espera, agora com um novo visual desde que eu estive aqui. As paredes ganharam cores novas, mais vivas, como azul celeste e verde bandeira. As cores eram bem fortes, porém quando combinadas não deixavam o ambiente pesado. Os assentos também haviam sido trocados, agora mais confortáveis e chiques. E no canto esquerdo da sala agora podíamos no entreter com revistas, livros, lanches enquanto esperávamos por nossa consulta. Quando terminei minha analise pelo cômodo restaurado Dan estava no balcão perguntando algo, provavelmente se iria demorar muito para que fossemos atendidos. Pelo visto a novidade do hospital não tivera nenhum efeito sobre ele. Dan queria que eu fosse atendida e, não se entreter enquanto esperava porque ele não queria ter de esperar. Ele voltou irritado dizendo que demoraria cinco minutos. Então ficamos nós dois sentados durante os minutos mais longos da minha vida.
Para cortar um pouco clima, tentei suavizar a situação dizendo que mais cedo ou mais tarde teríamos nossas respostas.
- Eu sei – Ele falou um tanto quanto angustiado. – Eu apenas estou ansioso!
Olhei em seus olhos e eles estavam repletos de lagrimas. Como posso mudar tão bruscamente minha opinião sobre os outros? Há alguns dias atrás eu simplesmente detestava Daniel Capadolle, mas agora posso dizer oficialmente que ele não é tão detestável e ainda se importa comigo.
- Obrigada por se importar!
- Não agradeça, é o mínimo que eu posso fazer e é de todo o coração.
- Luciana Capadolle
Ouvi James falar de sua sala.
Respostas ou incertezas? O que viria dessa vez?
Eu e Dan entramos no consultório e eles pediram para que nós nos sentássemos.
- Is it bad doctor? ( Isso é ruim doutor?)
- I confess that I thought it was worse. ( Eu confesso que eu pensei que era pior.)
Isso não me reconfortou.
- Doctor (Doutor) - Comecei - Say it! Or I’m gonna have a heart attack. ( Diga! Ou eu vou ter um ataque do coração.)
James se sentou à nossa frente. Larry e Charlie se acomodaram ao seu lado e incrivelmente Larry começou a falar.
- Usually James speaks, but I am specialist in tomography and, I saw a lot of sensitive neurons to the heat in your exam. ( Normalmente James fala, mas eu sou especialista em tomografias e eu vi uma grande quantidade de neurônios sensíveis ao calor em seu exame.)
Sabe Déjà vu? Eu estava tendo um agora neste exato momento.
- Excuse me doctor. ( Desculpe-me doutor.)
Dan fez cara feia a me ver interrompendo o Médico, mas eu já tinha ouvido isso anteriormente no Brasil.
- I've already knew that. The Brazilian doctors gave me some medicines that didn't have effect. ( Eu já sabia isso. Os médicos brasileiros me deram alguns remédios que não surtiram efeito.)
- We know about that. Because when the results arrived we called the Brazilian hospital and we talked to Maurício. ( Nós sabemos sobre isso. Porque quando os resultados chegaram, nós ligamos para o hospital brasileiro e falamos com Maurício.)
- His is my Doctor! ( Ele é o meu medico!)
- One thing that you don't know... ( Uma coisa que você não sabe...) - Agora Larry, o baixinho, começou a falar. - It is that we continued looking the results and I looked for the fact that the operation of the thyroxine on the cells was in an incorrect way and it also increases the temperature your body causing fatigue. ( É que nós continuamos olhando os resultados e eu procurei o fato que a operação do tiroxina nas celas estava de um modo incorreto e também aumenta a temperatura seu corpo causando fadiga.)
- What? ( O que?) - Eu e Dan praticamente berramos.
- It was a very detailed study. ( Foi um estudo bem detalhado.)
- Just it? ( Só isso?)
- We still have to test to get the certainty if is only it. ( Nós ainda temos que testar para adquirir a certeza se é só isto.) - Agora James falava com toda a sua disciplina e calma – But... ( Mas...) - James agora falava em um tom alerta. - I analyzed all the results and I think that is something emotional too. Your doctor, Maurício, agrees with me because all of the cases of temperature increase you were with a shock emotional. Therefore, he disembarks tomorrow here for help us to prepare a medicine. Then we'll combat all those small problems. ( Eu analisei todos os resultados e eu penso que isso também é algo emocional. Seu doutor, Maurício, concorda comigo porque todos os casos de aumento de temperatura você estava com um choque emocional. Então, ele desembarca amanhã aqui para nos ajudar a preparar um remédio. Então nós combateremos todos esses problemas pequenos.)
- What? Shuts up! I cannot believe. It... Ham... It would be great. Thank you a lot.( Oque? Cala a boca! Eu não posso acreditar. Isso... Ham... Isso seria ótimo. Muito obrigada!)
- Calm down Lucy... You still aren't taking the medicines! ( Acalme-se Lucy... Você ainda não está tomando os remédios! )
- I know. It's only relief. You know? ( Eu sei. É só alívio. Você sabe?)
- Sure ( Claro)
Olhei para Dan e ele estava tão feliz, ou até mais, do que eu. Tentei me segurar, mas não consegui. Corri e o abracei o mais forte que pude.
- Conseguimos! – Falei em uma voz chorosa e sem me preocupar com o inglês e ele retribuiu na mesma língua.
- Conseguimos querida!
Porém fomos interrompidos por James que nos disse que a próxima consulta seria daqui a uma semana. Tempo que ele acha suficiente para os quatro médicos terem algum progresso no desenvolvimento de minha cura. Agradecemos sei lá mais quantas vezes aos três doutores, é que realmente eu comecei a perder as esperanças disso ser resolvido e, fomos embora.
- Com fome? – Dan perguntou animado.
A consulta no médico realmente tirou todo o meu apetite, mas não era justo fazer desfeita a Dan então respondi algo como “Faminta!”.
Entramos para tomar café no Alison Nelson’s COFFE dentro da Bendel’s. A cafeteria mais luxuosa que eu já vi na vida. Não havia balcões como em cafeterias normais, as mesas eram de uma madeira maciça combinadas com o piso em granito, alem de lustres do século passado que proporcionavam um ar de antiguidade no local.
Dan não parava de dizer o quanto estava animado por parte do problema ter sido resolvido.
- Agora só faltam os remédios – Dizia ele meio que cantarolando.
- É – Respondi. – agora estou me sentindo Leve. E... ham...
- O que foi?
Não sabia se essa era à hora certa de pedir para usar o computador. Me parecia uma trapaça abusar da felicidade dele para conseguir o que quero. Mas também se eu não falasse sobre isso agora, provavelmente só ano que vem tomaria coragem de pedir.
- Não sei se essa é a hora certa, mas desde que cheguei aqui não tive contato com os meus melhores amigos brasileiros, parece que o telefone deles não aceita ligações internacionais. Então... Ham...
Nunca achei que fosse tão difícil fazer um pedido a ele. Minha garganta começou a secar e pude sentir uma gota de suor escorrer por minha nuca.
- Eu queria pedir para usar o computador esta noite.
Ele fez cara feia para mim e então falou em uma voz um tanto quanto fora do normal. Digamos mais alterada.
- Luciana quantas vezes terei de te falar que tudo que tem naquela casa lhe pertence? É tudo seu. Não precisa pedir para usar.
- Obrigado. É que, só é difícil de se acostumar... ham...
Se eu já estava tendo essa conversa com ele, essa era a melhor hora para pedir que meus amigos viessem pra o verão.
- Será que eles podem vir para o verão? – Arrisquei.
- Mas é claro Lucy!
- Não acredito! João e Helisa aqui? Vou pirar.
Ele riu com a minha animada reação atípica e, eu ri junto.
O café estava ótimo, mas eu não via a hora de chegar a casa e, quando cheguei fui direto para o computador. Entrei no escritório de Dan, no segundo andar. As estantes repletas de livros, mas não livros de histórias, eram como guias de filmes. Milhares espalhados por toda a sala. Alguns nas estantes que eu vira primeiro, outros na mesinha à frente do sofá, uns três encostados ao lado do computador... Era como um passatempo para ele. Alem de milhares de exemplares, eu podia ver as cortinas em um tom marfim clareando o ambiente, além do tapete em mosaico e por fim o lindo computador da Apple com a tela que deveria ser maior do que a minha antiga televisão no Brasil. Sentei-me e liguei monitor. Usando um recurso do meu programa de conversação pude falar e ver o dois que também estavam online. Descobri que Helisa clareou um pouco os cabelos e João deixou a barba crescer. Era tão bom ver os dois ali, falar com eles... Tão perto e tão longe!
Helisa simplesmente enlouqueceu com a idéia de vir para Nova York no verão, para eles, férias de julho. Ela aceitou de primeira sem nem pensar duas vezes na proposta. Já João relutou um pouco, mas foi convencido de que aqui poderia ser legal. Nós conversamos por horas e, apenas de tardezinha eu me despedi e sai do computador.
Estou começando a perceber que morar em Nova York não é tão ruim quanto eu esperava!


E ai?? curtiram?? Ou não? Sejam sinceros por favor! hehehehehe!
até mais! =]

Ops... Antes de sair, uma surpresinha pra vocês: uma montagem, não está perfeita, mas eu achei legal!


Agora eu vou de vez, hehehehehe! beijos!

Por M.D. * 9:31 PM Commentários:

[Quarta-feira, Agosto 05, 2009]


Oii!

Bom tenho que me desculpar com todos pela demora, mas sabe quando junta tudo? Final de ferias, aniversário, viajem, livro Amanhecer (Crepusculo série, que por sinal recomendo a todos... É simplismente divino!) e muitas outras coisas... Estou tentando ao máximo me organizar, mas está difícil. Conto com a colaboração de todos os meus leitores e continuo pedindo que divulguem meu blog. Quero muito expandir essa história, que começou do nada mas vem crescendo em minha mente e ganhando grande parte de meus dias.
Já antecipo a todos vocês que estou planejando uma mudaça no template do blog, e espero que deixem suas sugestões sobre o que tem que melhorar, o que já está bom, o que vocês quiserem falar.
E é isso, aproveitem o capítulo 8 e continuem comentando e divulgando!

Capítulo 8
Decisões




Mal podia esperar chegar a casa para contar a Clair o que me aconteceu em minha simples volta da escola. Queria contar todos os detalhes!
Dan não se encontrava em casa, apenas Tifhany que ficou me perguntando o motivo de minha repentina alegria.
Preferi me trancar em meu quarto e, relembrar meus momentos com Adam. Toda a sua delicadeza ao dizer que gosta de mim, o seu cheiro inconfundível, o seu hálito de hortelã, o jeito como me abraçou quando seus lábios tocaram os meus... Simplesmente o cara que eu esperei!
Sim eu terei grandes problemas com Sophia Morrison e, sinceramente, ao lado de Adam, eu não dou a mínima!
Mais tarde liguei para Claire e sem duvidas contei tudo a ela
- Não posso acreditar que vocês se beijaram. – Clair animada tanto quanto eu, falou após a minha chuva de frases tentando explicar o ocorrido.
- Ai Clair eu me atrapalhei toda, falei o que não devia dizer. Adam me parecer ser aquele tipo de garoto que você tem apenas uma chance para fisgar-lo e eu destruí a minha.
- A Lu, não acho que ele seja assim. Você não disse que ele lhe deu um beijo antes de ir embora? Então... Um beijo explica tudo. Está tudo ótimo entre vocês!
- Você está certa! Clair, você tinha que dormir aqui em casa todos os dias. Porque não traz seus pais na próxima? Acho que Dan ficaria contente.
- Lucy ainda está na terça feira. Final de semana sairemos.
- Sim... Ok, tudo bem... Mas porque você não me responde a minha outra pergunta?
- Luciana não estraga não quero falar sobre isso – Clair em um tom rude que ainda não havia revelado falou.
Tem alguma coisa podre entre os Capadolle e tenho certeza de que não sou eu.
- Você, Dan... Estão tentando esconder algo de mim que mais cedo ou mais tarde descobrirei. Sinceramente preferia saber por você a descobrir sozinha.
- Eu não me intimido facilmente. Não me sinto bem em falar sobre isso e não falarei.
- Quando você quiser falar, a gente conversa então. – Falei na lata mesmo segundos antes de desligar o telefone na cara de minha prima e antes que eu pudesse me arrepender.
Sei que fui dura, mas eu realmente cansei de surpresas em minha vida.
Parece que Clair também percebeu minha grosseria porque nem me dirigiu a palavra na quarta feira, logo o dia que almoçávamos na escola. Para melhorar minha situação, Adam viajou para L.A. com seu pai; para uma competição de golfe onde os dois formam uma dupla há anos.
Recusei-me a ir ao refeitório, apenas comprei uma barra energética e a consumi me dirigindo para minha próxima aula após o almoço.
Na quinta e sexta tive a companhia de Amanda que no mínimo percebeu meu isolamento.
- What did happen Lucy? ( O que aconteceu Lucy?)
- Just a little misunderstanding. I'm gonna fix it! ( Só um pequeno desentendimento. Eu vou consertar isso!)
Na verdade eu desejo falar com ela agora mesmo, mas sei que pisei na bola e não quero levar um fora na frente de toda a escola.
- Why do you have to wait? You have to talk to Clair right now. ( Porque você tem que esperar? Você tem que falar com Clair agora.)
- I'm not sure if it's a good idea Amanda. ( Eu não tenho certeza se essa é uma boa idéia Amanda.)
E ficou por isso mesmo, ela querendo me fazer pedir desculpas a Clair e eu negando. Mais tarde Amanda me contou que Sophia tem procurado por Adam. E ela acha que ele está saindo com outra pessoa. Ela está certa, essa pessoa sou eu.
Para a minha surpresa encontrei com Adam quando passava pelo museu Metropolitano de Artes. Ele estava sentado na escadaria trajando um lindo uniforme de golfe, disse que a competição foi rápida e que estava esperando que eu passasse por aqui.
- Hi Adam! I don't know what do. I argued with Clair, I want to apologize because I was arrogant with her. But I still want to know what she and Dan are hiding of me. ( Oi Adam! Não sei o que eu faço. Briguei com Clair, quero me desculpar porque eu fui arrogante com ela. Mas eu ainda quero saber o que ela e Dan estão escondendo de mim.)
- First you really need to apologize with her, and give some time to her. And, Can I give you a kiss? I missed you! ( Primeiro você realmente precisa desculpar-se com ela, e de a ela algum tempo. E, Eu posso lhe dar um beijo? Eu senti sua falta!)
Adam tem um jeito doce de falar e, o seu aroma inconfundível chegou ao meu nariz. Não consegui nem responder, me coloquei nas pontas dos pés e lhe dei um beijo suave.
- I missed you to (Eu também senti sua falta) - Falei com toda a sinceridade em meu coração.
Adam estava com o carro parado na 5º avenida e me levou para comermos no Geisha, onde ele era cliente há bastante tempo. O restaurante situava-se na 61 com Madison e, eu estava faminta. Nunca fui tão rápida em comer comida japonesa, mas é que hoje em especial eu estava mesmo com fome.
- So ( Então) - Ele começou - Did you like the place? ( Você gostou do lugar?)
- Yes. But Adam, what we’re gonna do? ( Sim. Mas Adam, O que nós faremos?)
- About what? ( Sobre o que?)
- About us, I know that Sophia still wants something with you. ( Sobre nós, eu sei que Sophia ainda quer algo com você.)
- How do you now that? (Como você sabe isso?)
- Amanda
- OK, Talking about Amanda... I told to her about us, and answering your question: Now I am with you Lucy. ( Eu falei para ela sobre nós. E respondendo a sua pergunta: Agora eu estou com você Lucy.)
Não posso negar minha felicidade ao ouvi-lo falar isso, mas essa não era a questão. Nós tínhamos que arrumar um jeito de Sophia nos deixar em paz!
- But it's not the point. I was thinking if we can keep this relationship in secret. ( Mas essa não é a questão. Eu estava pensando se nós podemos manter esta relação em segredo.)
- Why? ( Porque?)
- Because I think Sophia has envy of what belongs to the others. And... If you don't belong to anybody... FORGET, no the word: belong... if you aren't with anybody, who knows she leaves you alone. ( Porque eu acho que Sophia tem inveja do que pertence aos outros. E... Bom... se você não pertencer a ninguém... ESQUEÇA, não a palavra: pertencer... se você não estiver com ninguém, quem sabe ela te deixe em paz.) - Quando terminei de falar pude perceber que minhas mão estavam tremendo. Esse garoto realmente meche comigo.
- Calm down, I understood you. Maybe we can do that, but...( Tranquilize-se, Eu entendi você. Talvez possamos fazer isso, mas...)
- We can try Adam!( Nós podemos tentar Adam!)
- Ok Lucy, We'll try. And you have to get along with your cousin. Promise? ( Ok Lucy, Nós vamos tentar. E você tem que se entender com sua prima. Promete?)
- I promise you, I’m gonna do that! ( Eu prometo, eu vou fazer isso!)
Adam pagou a conta e fomos para seu carro. Viramos na 59 e depois na central park West. Me despedi com um simples beijo no canto de seus lábios carnudos, mas ele me segurou por um momento pressionando seus lábios nos meus. E quando terminamos, ele me puxou de volta para o carro.
- What? (O que?) - Perguntei.
- I forgot to tell you that I tried to talk with my father. ( Eu me esqueci de te contar que eu tentei conversar com meu pai.)
- REALLY Adam? And what he said? ( SÉRIO Adam? E o que ele falou?)
- He thought I was joking. It won't work. ( Ele achou que eu estava brincando. Isso não vai funcionar.)
- You can't say it. Keep trying. You can't give up. Ok? Come here...( Você não pode dizer isto. Continue tentando. Você não pode se render. ok? Venha aqui...)
Eu o abracei apertado e lhe dei um beijo em sua bochecha direita
- See you! (até mais) - Falei antes de sair do carro e de subir para casa. Ao chegar no hall de entrada não pensei duas vezes segui direto para meu quarto.
- Lucy? –Dan perguntou. – Não vai falar com ninguém?
- Desculpe, tenho de resolver um probleminha com Clair.
- O que aconteceu? Você não tem falado dela.
- JÁ TE CONTO! Vou resolver isso.
Não esperei por sua resposta. Não tinha tempo para conversas.
Entrei no quarto e disquei o número de Clair. Ela atendeu e eu comecei a me explicar antes que ela desligasse na minha cara.
- Clair, me desculpe! Eu fui muito infantil e arrogante com você. Acabei só pensando no meu lado. Apenas não quero reviravoltas na minha vida entende?
- Lucy, Eu não quero ter segredos para você, mas esse é um assunto que me magoou muito. Não estou pronta para falar sobre ele.
- É eu entendo. Me desculpe mesmo. Adam me disse que eu tenho de respeitar seu espaço.
- Opa! Como assim ele voltou de Los Angeles?
- Estamos de bem?
- Parcialmente – Ela falou brincando. Espero!
- Ele voltou sim – Comecei -Decidimos manter o nosso lance na encolha por enquanto.
- Por quê?
- Porque Sophia ainda corre atrás dele e eu tenho um pressentimento de que ela inveja o que é dos outros. Se ele não estiver com ninguém e se ela não gostar dele, muito provável porque quem trai no mínimo está insatisfeito, vai deixar-lo em paz.
- É, pode ser.
- OK! Só você e a Amanda sabem ta?
- Sim, falando nela, foi boa a companhia da líder de torcida?
- Não chega aos seus pés Clair. É tão bom te ter de volta.
Nós duas conversamos mais um pouco e desligamos. É muito bom ter tudo resolvido no final no dia e curtir uma boa noite de sono.


Até a próxima! =]

Por M.D. * 6:53 PM Commentários:

[Sábado, Julho 25, 2009]


Olááá!!!


Muito tempo sem aparecer, me desculpem leitores... Mas é que viajei e não tive como postar capítulos!
Fiquem felizes pois a espera acabou...
Mas antes tenho alguns avisos:
** Infelizmente as enquetes chegaram ao fim, pelo menos por enquanto. Já montei o time de personagens principais da história!!
** Continuo pedindo a colaboração dos leitores para a divulgação do blog.
** Agradeço a Jana (leitora) pelas ideias de publicação. Vou mesmo investir nisso.

Acho que acabou... HEHEHEHEHE!!... e Para todos vocês... A história:

Capitulo 7
Adam Jarred Brody




Estávamos em um engarrafamento na Park Ave quando Adam falou:
- So, you confronted Sophia again. ( Então, você confrontou a Sophia outra vez.)
All the jokes, her voice, and when she looks at me with ugly face... It makes me angry, I Can't control. (Todas as piadas, a voz dela, e quando ela me olha com cara feia... Isso me faz ficar irritada, eu não posso controlar.)
Quando terminei de falar já havia alterado minha voz.
- Girl calm down, I am not Sophia. I only said that, because nobody did it until now. ( menina acalme-se, Eu não sou a Sophia. Eu só disse aquilo porque ninguém fez isso até agora.)
- I think she hates me. ( Eu acho que ela me odeia.)
Nós dois rimos e agora estávamos passando pela Rua 59.
- You like write. right? (Você gosta de escrever. certo?)
- Yes! Why? ( Sim! Porque ?)
- So you'll make something related to letters in the college. Right? ( Então você fará algo relacionado a letras na faculdade. certo?)
- No! Maybe administration. ( Não! Talvez administração.)
- What? I don't understand! ( O que? Eu não entendo!)
- Long History. ( Longa História.)
- I think we have time. ( Eu acho que nós temos tempo)
- So I'll begin with a presentation. My name is Adam Jarred Brody. My father, Jarred Brody, is a president of a big company. He wants to give me his company. I don't want, but I don't know how to say no. ( Então eu vou começar com uma apresentação. Meu nome é Adam Jarred Brody. Meu pai, Jarred Brod, é o presidente de uma grande empresa. Ele quer me dar essa empresa. Eu não quero, mas não sei como dizer não.)
Porque as pessoas têm um problema em dizer NÃO ao que não querem?
- If you don't want it. It won't work. ( Se você não quer isso. Não funcionará.)
- I know. But what can I do? ( Eu sei. Mas o que eu posso fazer?)
- Only tell your father that you don't want the company. ( Só fala para o seu pai que você não quer a empresa.)
- Like if it was easy. But I will try. ( Como se isso fosse fácil, Mas eu vou tentar.)
O silêncio começou a reinar dentro do carro e eu arrisquei perguntar sobre Sophia:
- So, you really liked Sophia. ( Então, você realmente gostou da Sophia.)
Ele fez uma cara brava demonstrando que não gostava de tocar no assunto.
- When Sophia began to study here... She wasn't like that. ( Quando Sophia começou a estudar aqui... Ela não era assim.)
- How? Arrogant, stingy, unbearable? ( Como? Arrogante, mesquinha, insuportável?)
- No. I said that she was not like that with me. I think in the beginning she liked me, but it changed. ( Não. Eu disse que ela não era assim comigo. Eu acho que no começo ela gostava de mim, mas isso mudou.)
Como alguém como Adam, que tem qualquer menina, foi se apaixonar por essa garota?
- You still like her. Right? ( Você ainda gosta dela. Certo?) - Chequei.
- No. With time I could see terrible things that she did with a lot of people. I asked for her to stop and she told to me that she’ll stop. ( Não. Com tempo eu pude ver as coisas horríveis que ela fez com muitas pessoas. Eu pedi para ela parar e ela me falou que ia parar.)
- But she didn’t ( Mas ela não parou.) - Finalizei.
- And worse. She betrayed me. I don't know if I can forgive her. ( E pior. Ela me traiu. Eu não sei se posso perdoá-la.)
- Then don't forgive her. ( Então não a perdoe.)
Eu não devia ter falado isso. Tive raiva e ciúme dela. E o aroma de Adam que finalmente consegui desvendar seu mistério. Uma mistura da complexidade de um perfume importado com a leveza de um toque de mel. Os garotos podem tentar, mas nunca conseguirão imitar essa fragrância. Este é o cheiro dele e ninguém copiará.
Graças a minha desesperada frase para ele não perdoá-la, eu consegui cortar o clima de nossa conversa e ficamos em silêncio novamente. Bom que já estávamos em minha rua.
- Thanks for the trip! ( Obrigado pela viagem!) - Falei.
Ele saiu e abriu a porta do carro para que eu pudesse sair também. Eu não queria falar, mas devia para amenizar as coisas.
- And... (e...) - Comecei. - I'm sorry. I can't decide if you have or not to forgive somebody. ( Eu sinto muito. Eu não posso decidir se você tem ou não perdoar alguém.)
- I don't know what to say. I'm here listening you Lucy and I want to know your opinion. Ok? ( Eu não sei o que dizer. Eu estou aqui escutando você Lucy e quero saber a sua opinião. Ok?)
- OK.
Me aproximei dele para que pudesse me despedir. Nos atrapalhamos um pouco e para minha alegria e medo acabamos nos beijando.
- I’m sorry ( Me desculpa.) - Ele se antecipou a falar.
- No. It’s my fault! ( Não. É minha culpa!)
- It was an accident. ( Isso foi um acidente.)
O que? Quase desabei. O que eu temia aconteceu. Ele realmente não está afim.
- An Accident? ( Um acidente?)
- No. it's not what I wanted to say... What hell... Come here. ( Não. não é o que eu quis dizer... Que se dane... Venha aqui.)
Ele me puxou para perto de si e me tascou um beijo. O melhor beijo da minha vida. Não que eu seja a melhor pessoa para falar de beijos porque sei que não sou. Mas... Foi tanto molhado como seco, agressivo, mas também delicado, rápido e devagar, suave e harmônico. O seu cheiro entrava pelo meu nariz e preenchia meu corpo. Eu na queria largá-lo. E quando terminamos, Eu precisava dar uma de desentendida para ter tempo de recobrar meus sentidos.
- What was it? ( O que foi isso?)
I don't know... Actually, since your accident in the volleyball game... I... felt something different. ( Eu não sei... Na verdade, desde o seu acidente no jogo de vôlei... Eu... Senti algo diferente.)
- Now it's me that don't know what to say. ( Agora sou eu que não sei o que dizer.)
- You didn't feel the same. ( Você não sentiu o mesmo.)
- No. Of course I felt the same. I'm only confused. You and me? Really? ( Não. Claro que eu senti o mesmo. Eu só estou confusa. Você e eu? Realmente?)
- shut up Lucy. You are beautiful! ( Cala a boca Lucy. Você é Linda!)
- I have to go home. ( Eu tenho que ir para casa)
Com tanta coisa para falar, eu fui dizer logo isso? Não acredito! Eu podia agarrá-lo e beijá-lo. Qualquer coisa seria melhor do que “ Eu tenho que ir para casa”.
- Ok! I talk to you later. ( Ok! Eu falo com você depois.)
Eu tinha de corrigir o meu erro.
- No Adam, Listen... I'm sorry. I really liked this. I'm just not believing. That is the truth. So... Will we see each other tomorrow? ( Não Adam, Escuta... Me desculpa. Eu realmente gostei disso. Eu só não estou acreditando. Essa é a verdade. Então... Nós nos veremos amanha?)
- Sure ( Claro)
Mas antes dele ir. Adam me puxou para mais um de seus beijos quentes. O que demonstra que ele entendeu que eu sou uma completa boba e que não sei demonstrar meus próprios sentimentos.


Espero que tenham gostado, Continuem comentando, e obrigada pelo carinho!
Beijos!

Por M.D. * 10:42 PM Commentários:

[Quarta-feira, Julho 15, 2009]



Olááá

Espero que estejam ansiosos para mais um capítulo...

6º Capítulo
Luciana X Sophia



O despertador tocou e acabou com o meu sonho onde eu e Adam nos encontrávamos para um piquenique no central park. Não estava frio. Eu usava um vestido lilás e sapatilhas. Ele, lindo como sempre, trajava camiseta regata de cor branca mostrando o seu porte atlético e calça jeans.
Levantei, cutuquei Clair e entrei no banho. Demorei menos de dez minutos e sai. Clair já estava levantando e eu podia ver uma fraca neve pela janela. Fui para o closet, seguida por minha prima. Optei por um mine vestido preto com uma grossa meia-calça cinza e sapatilhas da mesma cor. Por ultimo um gorro Gucci azul que Clair me obrigou a colocar. Peguei o casaco xadrez mais próximo e minha Clair foi para o banho.
Eu desci as escadas e Dan se encontrava em sua cadeira com um café e o jornal do dia.
- Bom dia – Falei.
- Bom dia, Onde está a Clair? Ainda dormindo?
- Não ela está no banho.
- Tifhany fez panquecas. Você quer?
- Sim – Respondi.
Tifhany era uma tradicional inglesa que vivia clandestinamente nos Estados Unidos. Dan me contou que já tentou regularizar a vida dela por aqui, mas até agora não obtivera nenhum resultado. A empregada veio em minha direção e falou com o seu sotaque:
- Do you want coffee Mss? (Você quer café senhorita?)
- No. I’ll drink a juice today. And please Tifhany... Call me Lucy ok? ( Não. Eu beberei um suco hoje. E, por favor Tifhany... Me Chame de Lucy ok?)
- Right! ( Certo!)
Clair desceu com a calça de ontem, uma sandália de salto maravilhosa que coloca Sophia Morrison no chinelo, e uma blusa verde de manga cumprida com listrados verticais em branco deixando minha prima muito esbelta.
- Bom dia! – Ela falou.
Eu e Dan a cumprimentamos. Tomamos café e seguimos para a escola. Dan fez questão de nos levar e, quando passávamos pela Rua 79 cruzando o central park ele relembrou o assunto chamado: direção.
- Clair onde você tirou a sua carteira de motorista? – Ele começou já dando um sorrisinho para mim e apontando as mãos para o volante como quem quer dizer: To louco pra parar de te levar à escola. NÃO dá para você começar a dirigir rápido não? Eu nunca pedi para ele me levar à escola.
- Bom tio... Foi em uma auto-escola lá do Brooklyn. É muito boa. Se o senhor quiser, eu posso marcar uma aula para a Lucy e ir com ela até lá. Tudo bem Lucy?
- Tudo. – Dan já estava resolvendo sem me perguntar mesmo...
- Seria ótimo Clair. Pode fazer isso por mim?
- Sim senhor.
- Por favor, Clair. Não me chame de senhor que eu me sinto cada vez mais velho.
- Desculpe – Ela falou envergonhada.
Nesse momento, já estávamos em frente à escola.
- Quer carona para casa Lucy?
- Não. Eu vou voltar andando. Mesmo assim obrigada!
- Tudo bem. Boa aula meninas.
Saímos do carro e seguimos para a escola.
- Você tem aula de que agora Lucy?
- Biologia e você?
- Ahh, que pena. Eu tenho história do país. Eu faço biologia avançado.
- O que você não faz avançado não é? Eu nem tenho essa história no meu horário.
- É uma aula extra. Eu que pedi para ter.
- Você é louca?
Nós duas rimos!
- Talvez você encontre o príncipe encantado
- Quem? Adam? Ontem foi algo fora do normal. Ele nem deve lembrar de mim hoje.
Clair seguiu para a aula dela e eu para a minha. Entrei na sala e ele Estava sentado em uma das carteiras. Não consigo expressar a minha felicidade. Ao seu lado estava Amanda e eu resolvi não falar com ele porque não sei como é esse povo de Nova York.
- Hey Lucy, sit here. (Ei Lucy, sente aqui.)
Ele apontou para uma carteira à sua frente. Adam não se esqueceu de mim?
Segui radiante para a carteira e me sentei.
- Hí Adam! (Oi Adam!) - Falei.
- Hi Lucy! And that is my friend Amanda. ( Oi Lucy! E essa é a minha amiga Amanda.)
- So you are Amanda. Nice to meet you! (Então você é Amanda. Muito prazer!)
- So you listened what happened. Didn’t you? ( Então você escutou o que aconteceu. não foi?)
- Yes... I'm really sorry for both of you. ( Sim... eu realmente sinto muito por ambos.)
Eles agradeceram e nesse momento passou pela porta a diva Sophia Morrison, com o seu conjunto de casaco, meia-calça e botas pretas, seguindo em minha direção.
- Excuse me! I sit here. ( Com licença! Eu sento aqui.)
O que? Ela tava mesmo falando isso? Em que série nós estamos? As pessoas falam isso no maternal...
- I didn't see your name. ( Eu não vi o seu nome.)
- What? (O que?)
Ela fez cara de quem não acredita no que escutou e a sala inteira gargalhou!
- I sat here first. I’m sorry, but I think you'll have to look for another desk. ( Eu sentei aqui primeiro. Sinto muito, mas eu acho que você terá de procurar por outra carteira.)
- You don't know me girl. ( Você não me conhece garota.)
Ela estava me ameaçando?
- And I don't want to know you. ( E eu não quero te conhecer.)
Sophia fez cara feia e se sentou ao lado de, se não me engano, Lucas Austin. Meio irmão de Adam, Alto, forte, com olhos e cabelos de cor castanha. E após isso muitas garotas a rodearam. Por mais que Sophia fizesse tudo errado ela sempre era seguida por meninas a fim de se tornarem suas amigas.
Ao longo da aula eu conheci mais Amanda. Descobri que ela sempre detestou o jeito de Sophia. Apenas a agüentava devido à amizade de longa data de sua mãe, grande estilista, com a mãe dela, Ex-top Model. Também fiquei sabendo que Amanda apenas aceitou Sophia no time de nove lideres de torcida porque eram amigas. Na verdade Sophia não tinha bons movimentos. Quem diria... Nem tudo que aparenta ser, realmente é!
No final dessa aula fui lanchar no pátio com Clair. Contei tudo a ela que morreu de rir e não acreditou que eu fiz amizade com Amanda.
- Você acha que Amanda e Adam podem estar... – Tentei checar se eles tinham algo além da amizade.
- Não ta louca? Não sei se você sabe, mas eles são amigos há muito tempo. Antes de entrarem na escola já se conheciam e foi a Amanda que apresentou a Sophia para o Adam.
- Não acredito. Agora ela deve se sentir muito culpada não é?
Apresentar uma víbora para o melhor amigo não é coisa que se faça!
- É mesmo. Ela deve se culpar o dia todo por isso.
Após uma pausa, olhei para Clair e ela estava um tanto quanto assustada.
- O que foi – Perguntei.
- Sophia. – Ela respondeu amedrontada
Olhei na direção que ela apontou e Sophia se aproximava com a sua patota de seguidoras. Esperou chegar bem perto de nós para soltar uma de suas piadinhas sem graça.
- Which is the problem of this school? I can't breathe here. ( Qual é o problema desta escola? Eu não posso respirar aqui.)
Ela estava me provocando? Porque uma coisa que eu aprendi com vovó é não levar provocação para casa.
- I can breathe very well. Maybe can be a problem with your nose. ( Eu posso respirar muito bem. Talvez possa ser um problema com seu nariz.)
- It can only be a joke. ( Isso só pode ser uma piada.)
- No! I told you the truth. Look for a doctor. Let's go Clair! ( Não! Eu lhe contei a verdade. Procure um doutor. Vamos Clair!)
Muitas pessoas no pátio soltaram risadas. Luciana 2 X 0 Sophia. Pela raiva estampada em seu rosto creio que haverá uma revanche e, eu estou preparada.
No caminho para a aula de Física Clair não parava de falar que eu era louca.
- Nunca ninguém enfrentou Sophia assim. Nem os professores Lucy...
- Pra tudo se tem uma primeira vez! Sério... Todo mundo tem o que? Medo dela? Não pode ser assim.
Amanda fazia essa aula conosco também e, Clair ficou encantada de conversar com ela. Foi ai que eu percebi que minha prima quer ser uma líder de torcida. Ela fez várias perguntas para Amanda. Disse que nunca teve a chance de fazer um teste, mas mesmo assim fazia Ed. física no horário das equipes para pegar os paços e treinar sozinha. Então entendi porque ela não fazia essa aula comigo.
Amanda pensou um pouco e depois falou:
- Well Clair... Dakota Taylor is a little fat and I will need another Cheerleader. I can make a test with you. ( Bem Clair... Dakota Taylor está um pouco gorda e eu vou precisar de outra líder de torcida. Eu posso fazer um teste com você.)
- It would be GREAT! ( Isso seria ÓTIMO!)
Eu vi o brilho nos olhos de Clair. Ela estava radiante.
O sinal tocou. Amanda perguntou se eu e Clair tínhamos mais aulas. Dissemos que não e ela ainda tinha de falar com Dakota. Então nós duas saímos e, Clair após me agradecer muito por ter aproximado ela de Amanda me contou que essa Dakota é uma das amigas de Sophia. Minha prima foi dar uma aula particular e fez mistério quando perguntei se eu conhecia o aluno. Não dei muita importância para isso e me dirigi ao portão da escola.
Passando pelo estacionamento, avistei Adam sentado em seu lindo e possante carro. Ele me chamou e eu dei uma breve corrida. Antes que pudesse falar qualquer coisa, ele começou:
- I was thinking if you would like that I take you home... ( Eu estava pensando se você gostaria que eu te levasse em casa...)
Meu coração parecia que ia explodir. Tomei fôlego para não falar em um tom meio desesperado.
- I think it is a great idea ( Eu acho que é uma ótima idéia)
Quando entrei no carro ainda consegui ver Sophia de cara feia em frente ao seu new beetle. Essa briga está longe de acabar e, EU estou ganhando de lavada.


E aogra para vocês: ENQUETE! =DD
Quem será Lucas Austin?

Jesse Metcalfe Sean Faris





É isso pessoal, votem e comentem! beijos!




Por M.D. * 7:34 PM Commentários:

[Quinta-feira, Julho 09, 2009]


Olá leitores


Sei que ando demorando muito para postar a história, mas é que eu ando divulgando o blog em algumas comunidades e não tenho tido sucesso... Ai fico um pouco desanimada...
Agradeço aos comentarios e aos votos do blogstars... Continuem comentando a sugestão de vocês! =]]
E sem mais demora... Para vocês o 5º capítulo de: As vezes o inesperado pode agradar!!

5º Capítulo
Coincidência ou Destino?




Quando sai do banho, sequei o meu cabelo e me dirigi ao closet. Duvida cruel. Que roupa vestir?
Optei por um vestido verde da bendel’s seguido de meia-calça preta e botas de cano baixo. Para finalizar um casaco fino porque hoje não está muito frio. Passei um pouco de blush nas maçãs de meu rosto porque a minha palidez é insuportável e espirrei um pouco de meu perfume, uma mistura de pétalas de jasmim e orquídea e o aroma mágico do chocolate branco. Ainda consigo me lembrar do dia que vovó comprou esse perfume, no meu aniversário de 17 anos.
Terminei de me arrumar um pouco triste, pois sinto falta de Marisa e, do João e... da Helisa. Peguei minhas economias em minha bolsa e escutei o interfone tocar.
Desci as escadas e, Dan estava na sala de jantar tomando um drink e trabalhando em seu laptop de ultima geração.
- Clair está subindo. Que horas eu volto?
- A hora que quiser não é?
- Estranho não ter hora para voltar.
Ele não sabia mesmo nada sobre ser pai.
- Está bem. Esteja aqui as duas da manha ou eu, sei lá, te deixo de castigo?
- Bom começo...
Ter de ensinar ao seu pai a te dar limites é um trabalho frustrante.
Nesse momento ouvi Tifhany, empregada de Dan, abrindo a porta para Clair.
- Já estou indo. As duas já estarei na cama.
Ele riu e eu sai. Cheguei ao Hall e Clair estava com os cabelos escovados e brilhosos. Ela podia morar no Brooklyn, mas se vestia melhor do que as moravam por aqui. A combinação de cores e estilo da roupa a deixavam magnífica. Ela não se produziu tanto na escola. Hoje Clair trajava uma calça jeans, com botas de cor caramelo e por fim um casaco cinza.
- Vamos? – Ela falou.
- Claro. – Respondi.
- O que você quer fazer hoje? Não costumo a sair por aqui.
- Quero tomar algo quente.
- Bom... Uma vez fui a uma cafeteria da Times square que a partir das sete serve fondue.
- Podemos experimentar.
- Ótima idéia. Tudo que possa me esquentar.
Descemos e Clair ligou do celular para um taxista conhecido que ele pegava às vezes na escola a caminho de casa.
- Hí Devon. It’s Clair. I’m on 115, central park West with a friend. Can you pick us up? ( oi devon. é a clair. eu estou no 115 da central park west com uma amiga. você pode nos pegar?)
Depois de uma breve pausa ela voltou a falar.
- Thank you. We are waiting. ( Obrigada. Nós estamos esperando.)
Não demorou nem dez minutos e o tal Devon chegou. Ele devia estar por perto.
Chegamos na Times square, em frente a cafeteria e, eu fiz questão de pagar o táxi. Entramos, deixamos nossos casacos e partimos em busca de uma mesa.
- Nossa no Brasil cafeterias não são tão freqüentadas. – Eu comentei e Clair riu.
O lugar estava lotado. Avistei varias pessoas do colégio e passando meus olhos pelo local vi Amanda. A tal amiga ou ex-amiga de Sophia. Glamorosa e linda. Uma garota cheia da classe, loira, com olhos claros, esbelta e muito bem vestida. Comecei a ficar nervosa.
- Fica calma – Clair começou. – Sophia e seu bando não freqüentam essa cafeteria desde que ela fez um escândalo ano passado porque um cliente derramou sem querer café nela e foi proibida de voltar aqui.
- Que bom – Eu aliviada falei.
Nós duas concordamos que Sophia é arrogante, ignorante e nojenta. Com sorte Clair achou uma mesa.
Sentamos na mesa e nela mesma vimos os cardápios.
- O que você vai querer Lucy?
- Bem lá no Brasil eu tomava uma mocca simples de chocolate. Parece que aqui não tem.
- No cardápio, aonde diz simple mocca já é de chocolate. Aqui não vende pura.
- AHH, sim. Eu vou querer isso então.
Clair chamou a garçonete.
- What do you want girls? ( O que vocês desejam meninas?)
- Simple mocca and a Dulce vanilla capuccino ( mocca simples e um capuccino doce de baunilha. )
- chocolate fondue? ( fondue de chocolate)
- Sure. With grapes and strawberries (Claro. Com uvas e morangos.)
Assim que a mulher saiu, fui obrigada a falar:
- Clair eu trouxe as minhas economias e não quero gastar tudo rápido. Estou evitando pedir dinheiro para o Dan. Eu vi no cardápio que o fondue é 30 dólares.
- Fica calma, o de chocolate sai pela metade do preço para quem consome café. E nós vamos dividir a conta.
- AHH sim.
Clair é mesmo das minhas. Pensa rápido antes de agir.
A garçonete voltou com os nossos cafés, uma panela quente de fondue e um pote com as frutas.
- Nossa... Está ótimo. – comentei.
- DROGA.
- O que foi Clair. – perguntei assustada.
- Derrubei chocolate no meu cachecol e ele é novo. Vou ao banheiro passar uma água.
- OK. Volta logo. Porque se demorar vou detonar o fondue.
Ela saiu. E eu fiquei pensando na vida. O que o João e a Helisa estariam fazendo nesse minuto? Ainda não tenho coragem de pedir para usar o computador.
- Are you alone distracted girl? ( Você está sozinha menina distraída?)
- Adam?
Sim era ele, Deus grego parado na minha frente com uma calça jeans e uma pólo azul da Lacoste.
- I am not alone. I am with my cousin Clair. ( Eu não estou sozinha. Estou com a minha prima Clair.)
- Clair?
- She have cálculo wih us. (Ela faz cálculo com agente)
- Yes. I reminded. Where is she? ( Sim. Eu lembrei. Onde ela está?)
- She is in the bathroom ( Ela esta no banheiro.)
- Can I sit here? ( Posso me sentar aqui?)
- Yes (Sim.)
Eu queria falar mais alguma coisa porem não conseguia. Ele sentou e colocou o seu notebook na mesa.
- Working? ( Trabalhando?) - Perguntei.
- writing! (escrevendo.)
- I listened that you and your friends don't come here because Sophia can’t come in ( Eu escutei que você e seus amigos não vem aqui porque Sophia não pode entrar)
- They aren't my friends. And I think you know that I broke up with Sophia ( Eles não são meus amigos. E eu acho que você sabe que eu terminei com Sophia)
Tentei esconder a minha felicidade por ele estar mesmo solteiro.
- I saw you today. Clair told me that the other boy is your brother. ( Eu vi vocês hoje. Clair me falou que o outro garoto é seu irmão.)
- He is my mother's son. and he is just like his father. stingy and arrogant. It is not my mother's fault. My father betrayed her and Jack, a rich doctor, helped her. She fell in love with him. I’m sorry. I’m speaking a lot.( Ele é o filho de minha mãe. e ele é igual ao pai dele. mesquinho e arrogante. Não é culpa de minha mãe. Meu pai traiu ela e Jack, um doutor rico, a ajudou. Ela se apaixonou por ele. eu sinto muito. Eu estou falando muito.)
- No. it's ok. I 'm just worry with Clair. ( Não. Está tudo bem. Eu só estou preocupada com a Clair.)
- Maybe she found somebody. ( Talvez ela encontrou alguem.)
- So... Do you like write? ( Então... Você gosta de escrever?)
- A lot! I like to come here to write. ( Muito. Eu gosto de vir aqui para escrever.)
- Am I in your way? ( Eu estou atrapalhando?)
- No. It's good to talk with a different person. Out side of this circle of envious people. I always went to Sophia's parties because she asked me. I listened gossips, conspiracies because it is like that the things work. And now she betrayed me. I really try to clean it, but I am not able to. ( Não. É bom falar com uma pessoa diferente. fora desse circulo de pessoas invejosas. Eu sempre fui as festas de Sophia porque ela me pediu. Eu escutei fofocas, conspirações porque é assim que as coisas funcionam. E agora ela me traiu. Eu realmente tento limpar isso tudo, mas eu não posso.)
- Well... That is difficult. ( Bem... Isso é difícil.)
Então Clair apareceu cortando o clima de nossa conversa.
- Hí Clair (Oi Clair!)
Adam a cumprimentou e ela se sentou.
- Onde você estava – Perguntei
- What? ( O que?) – Adam retrucou
- Eu estava no banheiro e, depois encontrei uma aluna de minhas aulas particulares.
- Portuguese? ( Português?) - Adam tentou novamente.
- Yes (SIM) - Clair respondeu.
Ele pareceu meio confuso. Então nós três terminamos o fondue que, falando com Adam até esqueci que estava na mesa. Adam bebeu um expresso e fez questão de pagar a conta toda.
- Acho que já está na nossa hora não é Lucy?
Olhei o relógio e já era meia-noite. Nossa o tempo passou muito rápido.
- Sim... Adam. We have to go. ( Adam. Nós temos que ir.)
- Are you going by car? ( Você vão de carro?)
- Táxi – respondi.
- wait... I give a ride for you. ( Espera... Eu dou uma carona para vocês.)
- We’ll go to Lucy's house ( Nós vamos para a casa de Lucy) -Clair se antecipou a falar.
- Dan’s house (casa do Dan) - Corrigi.
- Where’s the Dan’s house? It’s you dad Lucy? ( Onde é a casa do Dan? Ele é seu pai Lucy?)
- 115, central park West. Yes, He is my dad. ( 115, central park West. Sim, ele é meu pai.)
- Ok let’s go ( ok, vamos lá.)
Ele nos deixou em casa com a sua deslumbrante rang rover. Subimos e Dan estava vendo os seus novos trailers na sala de cinema. Dei um “oi” para ele e entrei no meu quarto a fim de dormir e sonhar com o garoto mais lindo que conheci. E isso inclui o João. Eu desejava saber se estamos mesmo destinados a ficarmos juntos, mas Clair ficou me atordoando querendo saber como começamos a conversar e depois que contei tudo ela ficou me encarnando até eu pegar no sono


**E para aqueles que estavam com saudade das minhas enquetes...

Quem será Amanda Baker?


Hayden Panettiere
Amanda Bynes
Brittany Snow




Beijos e Comentem!! =]]


Por M.D. * 9:57 PM Commentários:

[Quarta-feira, Julho 01, 2009]



oii!!


*Vocês já devem ter visto que Emmy Rossum é Clair Capadolle... E neste post não teremos enquetes já que no outro disponibilizei duas.
*Acho que alguns também não devem ter entendido o porque dos pontos do meu blogstars terem sumido. É que a contagem é mensal. todo final de mês zera a pontuação... Então votem mais em historiaspormd. E se quiserem indiquem meu blog para destaque também.

E agora o 4º capítulo INTEIRO do livro. Aproveitem...

4º Capítulo
1º Contato Médico




Eu entrei no carro e, Dan logo falou:
- Como foi a aula? Falou com Clair?
- Foi tudo bem...
Não sei como, mas ele sabia que eu não estava sendo sincera. Então resolvi explicar:
- Não foi tão bem assim... É um mundo diferente do meu. Um povo mesquinho e arrogante.
- É... – Ele falou.
- Desculpa... – Me antecipei a falar. Não percebi que o meu comentário sobre o povo Nova Iorquino incluía Dan também. – Não que todo mundo aqui seja assim, mas grande parte é.
- Eu sei. – Ele falou. – Mas você se acostuma. Vamos almoçar antes de ir ao médico?
- Você é quem manda.
Chegamos em um restaurante luxuoso perto de casa na times square.
- Table for?(Mesa para?) – Um homem mais arrumado que eu na porta do restaurante falou.
- Two please (Dois por favor.)
Entramos e nos dirigimos a nossa mesa. No caminho fiquei tão distraida com as pessoas e com o lugar em si que quase derrubei um enfeite que no mínimo custava o preço da minha casa no Brasil.
- Toma cuidado – Um aviso quase que atrasado de Dan.
- Eu sei, foi mal...
O garçom nos deu o cardápio e, para variar, eu não conhecia uma comida que continha nele.
- What do you want for today Mr. Daniel? (O que você quer hoje Senhor Daniel?)
Dan falou algo que eu também não entendi e me senti completamente perdida. Demorei a falar e quando as palavras saíram, elas não fizeram sentido algum.
- I anything… understand… did... ( eu nada… entendi…)
Ele virou para o garçom e cochichou:
- can you make a Brazilian food for my daughter? ( você pode fazer uma comida brasileira pra minha filha?)
- Like what Mr.? ( Como o que Senhor?)
- Ahhh... Rice, meat and... French fries? ( ahhh… Arroz, carne e… batatas fritas?)
Agora ele estava falando a minha língua... Nada de comidas chiques. O bom mesmo é a comida caseira e eu estou faminta. Terminamos o almoço e Dan pagou a conta. Depois nós saímos em direção ao hospital. Já na Avenida Madison o nervosismo começou a aparecer porque, quem sabe, talvez eu pudesse desvendar o meu problema?
Viramos na Rua 68 e chegamos ao Hospital presbiteriano de Nova Iork, um dos mais conceituados.
Esperamos uns cinco minutos e um grupo de Três médicos passou pela porta da sala de espera e chamaram o meu nome.
- Vamos Lucy – Dan já de pé me puxou pelo braço.
Acompanhamos os médicos até uma sala mais reservada e um deles começou a falar:
- Hi! My name is James. I am the head of this group. We checked your case and we choose some exams for you. Ok? ( Oi! Meu nome é James. Eu sou o chefe desse grupo. Nós checamos o seu caso e escolhemos alguns exames para você fazer está bem?)
Demorei um pouco para entender o que ele havia falado. Eu estava analisando o grupo. Um baixo loiro, com os olhos claros. O outro tinha cabelo e olhos muito pretos e por fim James, ruivo, um tanto quanto novo, mas lindo. Com dificuldade consegui compreender e concordei.
- Ok lest’s go. ( Ok vamos lá.) - James falou.
- already? (Já?)
Olhei para Dan e ele já estava saindo da sala. Como assim vamos lá? Eu queria gritar que não estava pronta, mas minha voz não saiu. Inconformada segui James.
Passei a tarde toda pulando de sala em sala. Fazendo: heredogramas, Tomografias, ressonâncias (...)
No fim do dia nos reunimos na mesma sala de antes e eu agitada comecei a falar:
- You are James. Right? And they are... ( Você é o James. certo? E eles são...)
- Ahh... I'm sorry. This one is... (Ahh... me desculpa. Esse aqui é...) - Ele apontou para o baixinho
- I’m Larry. And He is Charlie ( Eu sou Larry. E ele é Charlie)
- OH good! (ah, bom!)
- So... We will check the results and when we finish I call to your father. ok Dan? ( Então... Nós vamos checar os resultados e quando terminarmos eu ligo para seu pai. ok Dan?)
- It’s ok for me. How long will you take? ( Tudo bem para mim. Quanto tempo vocês vão levar?)
- maybe one week. (Talvez uma semana.)
- Ok thank you three ( Obrigada vocês tres.)
Nos despedimos e fomos para o carro.
- Lucy, eu não sei o que você gosta de fazer, mas vai sai hoje?
- Bem... Quando eu ainda saia no Brasil. Não costumava a deixar a casa de noite quando tinha aula no dia seguinte.
- Me desculpa. Sou novo nisso, sei lá, ser pai.
- Eu só não entendo o porquê. – falei bem baixo, mas acho que mesmo assim ele conseguiu me escutar.
- O que você falou?
- Nada, só que estou pensando em explorar a vizinhança hoje se não tiver problema.
- Por mim tudo bem.
- Clair pode dormir na sua casa? Não quero sair sozinha.
- Claro Lucy. Liga para ela. E a propósito... Nossa casa.
- Vou ligar quando meu celular estiver com sinal. Eu só acho estranho você morar no Upper east side e seu irmão no Brooklyn
- Gostos diferentes.
- Não acho que seja isso.
- Longa história Luciana.
O clima ficou tenso e graças a Deus meu celular voltou ao normal. Então quebrei o gelo com um grito.
- O que foi – Dan reagiu assustado.
- Consegui sinal.
Peguei o celular e disquei o número que Dan cantou para mim.
- Oi Clair.
Ela perguntou quem era e quando falei que era eu, ela ficou feliz.
- Bom... Você não quer dormir lá na casa do Dan? É que eu quero dar uma saída hoje e queria q você fosse junto.
Ela relutou um pouco e eu não sei o porquê, mas aceitou.
- Eu vou tomar um banho e tentar achar alguma roupa quente pra vestir.
Ela riu. Nos despedimos e desliguei o telefone. Nesse momento já estávamos na porta do prédio. Dan estacionou e pegamos o elevador. Dan não parava de rir.
- Do que você está rindo?
- Roupa quente? As suas roupas chegaram hoje.
- Eu tinha esquecido. Falei para você que me virava.
- Que mania menina. Eu sinto prazer em fazer isso.
- Tudo bem.
Chegando em casa fui direto para o quarto e, assumo fiquei encantada. Roupas magníficas, cores da moda, marcas usadas por celebridades e principalmente quentes. Eu não vou sentir frio aqui em Nova Iork.
Depois me dirigi para o banheiro a fim de tomar um banho e pensar no que fazer hoje.


Até a próxima e COMENTEM! =]

Por M.D. * 6:05 PM Commentários:

[Sexta-feira, Junho 26, 2009]



Boa tarde!


Como vocês já devem ter percebido pela mudança no template. Dennis Quaid ganhou a votação para ser o pai de Luciana.
- Hoje teremos mais votação após a 2º parte do 3º capítulo.
- Agradeço a Gabriella Livio por divulgar meu blog em sua pagina do orkut! Muito obrigada
- Continuo agradecendo aos votos no blog stars e aos votos nas enquetes. Mas gente... Coloquem a opinião de vocês no comentario. Quero saber se estão gostando ou não da história. Se descordaram de algo... Manifestem-se!

Parte 2 - 3º Capítulo
Recepção Americana




Graças ao bom Deus eu não encontrei a tal Morrison durante minhas outras aulas. Deve ser porque eu e Clair fazemos Cálculo avançado e isso é complicado demais para ela.Também não a vi na educação física. Nessa aula eu estava completamente sozinha. Clair tem anatomia neste horário. Até arrisquei colocar o uniforme de verão, o único que me deram até agora, porque o dia não está tão frio. Nem parece inverno.
Quando se está só é mais fácil analisar o território. Entre um saque e outro da minha partida de vôlei, que eu não jogava há anos, eu acompanhava o jogo de basquete masculino. Percebi que o garoto lindo da aula de cálculo mais cedo também fazia esta aula no mesmo horário que eu. Forte, alto, com os cabelos em um tom claro, olhos azuis como o céu, irresistível. Me perdi em pensamentos e em vez de dar manchete na bola que vinha em minha direção, eu fiquei parada. O resto eu não preciso contar não é? Cai com uma bolada forte na cabeça.
- Hey you. Are you ok? (Ei tá tudo bem?) - a professora perguntou querendo da continuidade ao jogo.
- What? ( o que?)
Ela falou tão rápido que eu não pude acompanhar.
- I Said A-R-E Y-O-U O-K? (Eu disse: V-O-C-Ê T-A B-E-M?)
- Yes, Just a headache. (Sim, só uma dor de cabeça)
- Adam – ela chamou o motivo básico de meu acidente.
- What? ( O que? )
- Can you take this girl to the ward? (Você pode levar essa menina para a enfermaria?)
- Yes, no problem. Let’s go! i’ll help you (Sim, sem problema. Vamos! Eu vou te ajudar.) - Ele falou quando eu ainda estava caída no chão.
- It’s ok, I can walk. ( Tudo bem, eu posso andar.)
No caminho prestei atenção em seus músculos a mostra devido a camisa regata de Ed. Física. O seu leve modo de andar, porém sem perder a masculinidade. Mesmo com o suor escorrendo por sua nuca ele ainda cheirava a um perfume Chanel, igual ao de um mauricinho brasileiro que conheci quando ainda saia nas ruas. A fragrância de Adam tinha algo que dava leveza ao cheiro, algo que eu ainda não consegui decifrar.
- I’m Adam. You are Luciana. Right? (Eu sou Adam. Você é Luciana. Certo?)
Tive de parar meus pensamentos e prestar atenção dobrada para não falar coisas que eu pudesse me arrepender depois.
- Yes. We have advanced calculation together! (Sim. Nós temos cálculo avançado juntos!)
- Are you Brazilian? ( Você é brasileira?)
- Yes. I Love brazil! (Sim. Eu amo o Brasil!)
- So why did you came to New York? (Então porque você veio para Nova York?)
- My dad lives here. I Don’t have a mother, and… ( Meu pai mora aqui. Eu não tenho mãe. E... ) - Respirei fundo antes de falar – My grandmother is dead. ( Minha avó está morta.)
- Oh my God, i’m sorry. And a thought that my live was difficult. ( Ai meu Deus, sinto muito. E eu achava que a minha vida era difícil.)
Ele é tão legal e compreensivo que chega a ser perfeito. Chegamos a enfermaria e o que eu temia aconteceu. Eu estava com uma febre de 39º. A enfermeira e Adam estavam muito preocupados. Os dois não paravam de me perguntar se eu estava bem.
- I’m ok. It’s always happens. ( Eu estou bem. Isso sempre acontece.)
- But it’s not normal. ( Mas isso não é normal.) - Os dois falaram quase que em sincronia.
- I’m not normal. ( Eu não sou normal.)
Esperei até a minha febre baixar para poder sair da enfermaria. Obviamente a enfermeira desesperada ligou para meu pai que já está a caminho. Levantei da maca, mas Adam já havia saído. Só consegui ver minha prima.
- Você está bem? Me chamaram correndo dizendo que você estava muito mal aqui.
- Eu estou bem. Não sei se eu te falei, mas eu sou um caso a ser estudado, vou ao médico hoje para começar os exames. Já podemos ir?
- Já, como assim caso a ser estudado? O que você tem?
- É o que quero descobrir.
Seguimos para o portão da escola.
- Escuta... – Comecei. – Meu pai vem me buscar. Quer uma carona?
- Seria meio contramão porque eu moro no Brooklyn.
Agora a piada da asquerosa na aula de literatura fez todo o sentido.
- Então hoje quando a...
Clair não me deixou terminar.
- O que está acontecendo ali?
Quando ela falou, me virei e vi Adam, o menino que eu conheci, discutindo com outro garoto.
- Quem é outro? – Perguntei.
- Como assim? Você conhece algum?
- Adam me levou a enfermaria hoje.
- A sim. O outro cara é Lucas. Meio irmão de Adam. Ele é lindo, capitão do time de basquete e namorado da chefe das lideres de torcida.
- Porque eles estão brigando? – Perguntei.
- Se você me deixar escutar, eu posso te falar.
Meio grosseiro da parte dela, mas ambas queríamos saber o que deu nesses dois gatos para transformarem o pátio escolar em um ring.
- What’s your problem Adam? (Qual é o seu problema Adam?)
- What’s my problem? You and my girlfriend kissing each oder in the stairs of the metropolitan museum of art. I saw you.(qual é o meu problema? Você e a minha namorada se beijando na escada do museu metropolitano de arte. Eu vi vocês)
- Are you crazy? ( Você ta louco?)
- No. Do me a favor, tell to Sophia that we are done. And she could tell why to her bestfriend (Não. fale para Sophia que nós terminamos. E ela podia falar o porque para a sua melhor amiga)
Nunca fiquei tão ligada em um diálogo. Prestei o dobro da atenção para traduzir tudo em uma velocidade que não me deixasse perdida na briga. Então Clair falou:
- Ai meu DEUS.
- O que foi? O Adam tem namorada? Quem é essa Sophia?
- Estou tentando recuperar o fôlego para te contar. O Adam é meio irmão de Lucas, mas eles sempre se odiaram. Ele namorara ou namorava Sophia, a do comentário de hoje cedo.
Não podia acreditar que ele tinha algo com essa menina que se cobria de marcas caras e perfumes cheirosos, mas maltratava todo mundo ao seu redor.
- Como ele pode namorar essa garota?
- Me deixaeu terminar, agora vem o pior.
- Tem mais? – perguntei
- Sim. Porque se lembra que eu te falei que Lucas também tem ou, sei lá, tinha namorada?
- aham. A líder de torcida.
- Então. Essa é a Amanda. Melhor amiga de Sophia e amiga de Adam também. Agora você entendeu o rolo todo?
- NOSSO PAI DO CÉU. Credo que recepção americana não é?
- É mesmo. Todo ano tem disso. Só muda os personagens...
Eu nem conheço Adam direito, mas fui de feliz a infeliz quando descobri que ele tinha namorada.E a radiante quando percebi que o namoro está em seu fim.
- Bom, esquecendo essa briga toda ai deles... Você não vai mesmo querer carona?
- Não, tenho de dar umas aulas particulares para uns alunos mais novos. Assim descolo uma graninha.
- Ta bom.
Nos despedimos e ela se foi. Eu esperei por meu pai que logo chegou.


**E agora de presente para vocês... DUAS ENQUETES:
*Lembrando que para aumentar a imagem dos atores. basta clicar sobre elas!

1º) Quem será Sophia Morrison?

Amanda SeyfriedTahyna Tozzi


2º) Quem será Adam Jarred Brody?

Chace CrawfordIan Somerhalder




Um beijo, Até a próxima!!

Por M.D. * 2:48 PM Commentários:

[Segunda-feira, Junho 22, 2009]


Olá!!


*Espero que todos estejam gostando da história. E pessoal não parem de votar.
Todas as minhas enquetes tem 1 semana de duração. Isso quer dizer que você que ainda naum votou para " quem será Daniel Capadolle" ainda tem chance!
*Hoje teremos outra votação que vira no fim do post porque a personagem será citada agora, nesta 1º parte do 3º capítulo. Uma coisa que esqueci de falar sobre as enquetes. é que eu me inspirei em atores brasileiros para os personagens do Brasil e em atores estrangeiros pra os de NY.
* Ahhh, não podia esquecer de responder ao comentario de Gabriella Livio: O pai de luciana não é extremamente moreno. Ele apena é bem mais moreno que ela. Ela que é muito branca. Além de que os atores escolhidos também não são tão brancos. Eu é que mexi nas fotos para fazer o giff.
* Continuo agradecendo aos comentarios, as votações nas enquetes, e a quem esta votando no meu blog no Blogstars. Mas eu gostaria muito que vocês que estão votando em mim comentem as suas opniões!
* Quem está gostando do meu trabalho e deseja divulgar junto comigo. copie o meu link e coloque na parte que quiser do seu website.


E agora para vocês(...)

Parte 1 - 3º Capítulo
Recepção Americana



- Lucy está na hora de acordar. Como ainda não resolvi o problema da sua carteira vou te deixar lá.
Não entendi muito bem o que ele falou. Ainda não estava raciocinando, porém disse que podia me virar.
- Deixa de ser assim Luciana e trate de levantar, O café já está pronto.
Jesus amado! É tão estranho ter tudo pronto. Com vovó demorávamos aprontando o café e em conseqüência disso, eu tinha de acordar mais cedo.
- Pode deixar. Vou me arrumar e já desço.
Que roupa eu iria usar? Jeans, camiseta e uma pequena botinha era o vestuário mais apropriado. Catei em minha mala o único casaco de frio que eu tinha, um sobre tudo cinza. É... Definitivamente essa não era a melhor vestimenta, mas era a única de frio.
Desci as escadas e Dan estava sentado na cozinha lendo jornal, ao lado de um café forte.
Eu não tive a chance de ver a cozinha ontem quando cheguei. Ela, bem... Estava impecável. Era uma típica cozinha americana, com um balcão no centro. Cadeiras altas o cercavam. Acima dele se podia ver um suporte para panelas. À frente eu avistei uma pia bem lustrada e armários com muitos mantimentos. E do lado oposto a porta, ou seja, o esquerdo, eu vi a geladeira, fogão e o frezer. Estava tão absorta em minha análise que quase não escutei a empregada me dirigindo a palavra.
- breakfast? ( café-da-manha?)
Ela falou tão rápido que eu não entendi se era: breakfast ou beerfest. Resolvi escolher a primeira opção.
- Just a coffe please. (só um café, porfavor)
Inglês seria um problema.
Depois de um tempo Dan falou:
- Está pronta? Tenho de passar na produtora hoje.
- Estou. Vamos...
Nós chegamos à garagem e eu fui em direção ao porsh, mas ele foi em outra.
- Aonde você esta indo menina?
- Para o seu carro, o porsh não é?
Ele riu e eu não entendi.
- Aquele não é o meu carro e sim esse.
Na minha frente estava a mais nova BMW preta do mercado
- UAU, que lindo... Mas então...
- O Porsh é um presente que estou te dando, mas você tem que aprender a dirigir antes.
Ele estava querendo me comprar? Porque estava conseguindo, porém eu não perdi a pose.
- Desculpa! Eu não posso aceitar. Nunca vou poder pagar por ele.
- Não se paga por presentes e eu insisto que você fique com o carro.
- Vamos decidir isso depois.
Entrei na BMW e seguimos para a escola.
Quando estava saindo do carro. Ele me segurou.
- Que foi?
Perguntei.
- Procure por Clair Capadolle. Você tem uma prima na escola e, me ligue quando sair. Quero ir com você em sua primeira consulta médica.
Eu queria dizer novamente que me virava, mas preferi não falar nada. Apenas me virei e segui rumo ao portão da escola.
No caminho descobri que é muito ruim escutar cochichos em outra língua, mas o pior é quando você consegue traduzir e estão falando de você. Comentários do tipo: - Quem é essa garota? – Nova aluna no meio das aulas? – Uma novata? (...)
Então resolvi não traduzir mais nada. Entrei no prédio e me dirigi à secretaria.
- excuse me, I’m a new student. I need to know where is my class? And… Did you see Clair Capadolle? (Com licença, eu sou a nova aluna. E preciso saber onde é a minha aula. E... Você viu Clair Capadolle?)
- Oh... Mss. Clair is waiting. Follow me (Oh… A senhorita Clair está esperando. Siga-me.)
UFA. Que bom que consegui me sair bem.
Foi ótimo chegar cedo, porque assim só a minha prima estava na sala. Ela tinha cabelo castanho encaracolado, parecido com o meu. Seus olhos eram da cor do cabelo e, meio desengonçada.
Agradeci a moça que me acompanhou e me dirigi para o interior da sala.
- Hí Clair. Right? I’m Lucy ( Oi Clair. Certo? Eu sou Lucy.)
- Eu falo a sua língua Luciana. Você é a filha do tio Daniel, não é?
- Sim. Sou eu. Nossa que bom que você fala português. Quem bom mesmo. Desculpa as repetições. É que eu estou muito feliz.
Ela soltou um risinho.
- Então qual é a parada de você morar aqui?
- Bem talvez você saiba que minha mãe...
- Da sua mãe eu sei... Mas você não vivia com uma Avó?
- É. Marisa. Morei com ela, mas...
Era muito ruim tocar nesse assunto. Como vovó me fazia falta. Tomei ar e continuei falando.
- Houve um assalto na farmácia que ele se encontrava e...
- Ai meu Deus. Sinto muito!
- É. Eu estou tentando superar isso.
- Pode contar comigo Lucy. Sei que é difícil uma mudança depois de algo tão trágico, mas vou te ajudar nessa transição.
Clair parece ser bem legal.
Após essa conversa o sinal tocou e, não havia uma pessoa que entrasse na sala que deixasse de passar os olhos por mim. Isso me deixou incomodada.
Não se passaram nem cinco minutos e um grande homem, meio rabugento e já com seus primeiros cabelos brancos, passou pela porta.
- Good morning class ( Bom dia turma)
Eu não conseguia prestar atenção no que ele estava falando porque passei a analisar meus colegas de classe.
Foi então que eu escutei o meu nome.
- What? (o que?)
- Are you Luciana Prudente Capadolle? The brazilian girl! (Você é Luciana Prudente Capadolle? A menina brasileira!)
- Yes, i am. (sim, eu sou.)
Logo após a minha resposta uma loira nojenta fez um comentário grosseiro:
- All of the people from Brooklyn decided to study here! (todas as pessoas do Brooklyn decidiram estudar aqui)
Vi quando sua amiga, também loira e linda, pediu para que ela ficasse quieta. O problema é que eu não entendi o comentário. Meu pai nem morava nesse bairro.
- Ms. Morrison could you please shut up? (Senhorita Morisson pode por favor calar a boca?)
- I didn’t do anything teacher (eu não fiz nada professor. )
Não entendi qual foi a piada com a minha cara, mas a garota de cabelo e olhos claros que tem o sobrenome do cantor que eu gosto possui um gênio que me da nos nervos. Como se ela fosse superior aos outros.
A aula continuou e eu percebi que essa garota e sua amiga são o centro das atenções por aqui.
O professor terminou a sua explicação sobre os literários mais conhecidos e nos liberou.


*Agora com vocês mais uma enquete:

Quem será Clair capadolle?


Emmy Rossum
Rachel Bilson
Michelle Trachanberg
Sophia Bush



LEMBRANDO que tive de escurecer os olhos de Sophia Bush e de Michelle Trachanberg. porque as duas tem olhos claros.
E é isso. estou tentando organizar meus horários. para escolher dias certos para os posts. QUANDO eu conseguir, informo a todos.
beijoss

Por M.D. * 12:57 PM Commentários:

[Quinta-feira, Junho 18, 2009]



Olá leitores
Bem quem ainda não votou para: QUEM SERÁ JOÃO? vocÊ tem até amanha! e hoje temos outra votação:
Quem será Daniel Capadolle?



KIEFER SUTHERLAND
DENNIS QUAID
KEVIN KILNER



Continuem votando!
*E para todos vocês, A 2º PARTE do 2º capítulo!

Capítulo 2 - Parte 2
Novo rumo


Senhor. Eu não podia acreditar. Além de morar em Nova York, a cidade mais influente do país, ele ainda morava no bairro mais caro. Eu realmente não iria me adaptar.
- Receio que eu não consiga me acostumar com a vida luxuosa daqui.
Ele fez cara de quem não acredita no que ouviu.
- Claro que vai Luciana.
Como ele podia falar de mim? Um homem que não me conhece, não pode falar como se conhecesse.
- Essa é a minha rua. Central park West.
Estava me segurando para não perguntar se ele pertencia à máfia, Sei lá... Parece ser bem rico.
Antes de entrarmos na garagem, pude ver o nome do prédio. Um enorme letreiro dizia: 115 Magestic Apartaments!
Pegamos minhas malas e, Dan as levou para cima. Quando ele abriu a porta, consegui ver o luxo que era o seu apartamento.
- Bem vinda à minha casa.
A porta dava para um hall com sofás e lindos quadros, além das exuberantes portas de vidro abertas me deixando ver o interior da sala de estar. Nela continha uma mesa de cartas, mais sofás, uma linda lareira, mas me deparei com um quadro que me tirou o fôlego.
- Está vendo o quadro?
Ele me perguntou.
- Sim (...)
- Você não está imaginando coisas Lucy. É você com 15 anos.
Ele me pegou de guarda baixa. Como Daniel me rejeitou e tinha um quadro meu pintado a tinta óleo em sua casa?
- Quando você mandou pintar?
- Assim que sua vó me enviou a foto. Pode ver a data se quiser. Não estou mentindo.
Ele percebeu que eu estava checando para ver se ele apenas tinha feito isso porque eu estava a caminho. Mas eu estava errada. A data no quadro confirmava o que ele falou. E Daniel não parecia estar mentindo.
- Legal
Foi a única coisa que saiu da minha garganta entalada.
- Vamos, Vou mostrar o seu quarto.
- O que? Eu tenho um quarto?
- Vamos logo.
No caminho até as escadas eu vi a sala de jantar com uma mesa feita sobre medida e um bar repleto de bebidas, umas até que eu nunca tinha ouvido falar e pareciam ser bem caras.
No andar de cima passamos por um cômodo de porta aberta que parecia ser uma super sala de cinema. A segunda porta, Bem... Ele abriu para mim.
- Aqui é o seu quarto.
- Ai meu DEUS.
O quarto era enorme, mas já estava todo mobilhado. Uma big cama com lençóis de seda lilás encontravam-se no centro do aposento. As paredes eram brancas, uma estante repleta de portas-retratos meus e livros estava no lado direito do quarto ao lado de um armário. Como ele sabia que eu adorava ler? Ao lado esquerdo eu podia ver o sofá dos meus sonhos, aquele com um confortável estofado e que você pode se esparramar e ver TV, que também compunha o lugar em cima de um raquer na frente da cama.
Me dirigi até duas portas ao lado do sofá. Abri a primeira e, era um enorme e lindo banheiro, nunca tive um só meu. A outra porta dava para um closet perfeito.
- Gostou?
Ele ainda tinha coragem de perguntar? Como não gostar?
-Nossa, estou meio perdida.
Ele soltou uma risada e eu ri também.
- Gostei sim, mas acho que o closet ficará meio vazio.
- Isso não é um problema.
- Naaa, não eu não quero mais roupa
- Tarde demais. Já encomendei e elas chegam amanha. Afinal, você não tem muita roupa de frio não é?
Assenti com a cabeça.
- Bem, acho que vou deixar você descansar.
- AH, escuta... Posso te perguntar uma coisa?
Ele disse que sim. Então tomei fôlego antes de falar.
- O que você faz da vida?
Falei na lata mesmo. Já estava com medo de qual era a fonte de renda dele.
Ele riu. Não tinha graça...
- Que foi?
Perguntei.
- Nada. Sabia que você perguntaria isso. Eu produzo trailers. Não estou metido com coisa errada.
De repente a sala de cinema teve um sentido enorme na minha cabeça
- Nossa você tirou um peso enorme das minhas costas.
- Que bom que esclarecemos as coisas. Mas você tem um dia e tanto amanha, vou deixar você dormir. Te acordo às 7h, tudo bem para você?
Nossa tinha esquecido que tenho escola e que terei de falar em outra língua. Big problem (grande problema) à frente. Sorte que eu e Helisa sempre gostamos de aprender Inglês.
- OK Dan!
Pude ver a cara que ele fez quando me recusei a chamar-lo de pai, mas estava muito cedo para isso. Tudo no seu tempo.
Tomei um banho naquele banheiro lindo e espaçoso. Após isso, coloquei meu pijama, porém tive que tirar mais cobertas do armário porque estava congelando. Foi assim que eu dormir: Morrendo de frio e, principalmente preocupada com o dia de amanha.



UM BEIJO PARA TODOS E ATÉ A PRÓXIMA!

Por M.D. * 6:50 PM Commentários:

[Sexta-feira, Junho 12, 2009]


Oi!
*Estou de volta e, espero que estejam ansiosos para o segundo capítulo. Estou colocando todo o meu coração nessa história e quero arrancar lágrimas de todos vocês. sejam lágrimas de tristeza ou alegria!
* Ahh, não podia deixar de dizer que poucas pessoas votaram na minha primeira enquete. Porém Monique alfradique ganhou com 2 votos e ela é Helisa Machado Farias!! (...)
* Vamos a próxima enquete então:


Quem você gostaria que fosse: João de Souza Neto?

Cleber toledo
Max Fercondini





- Direita: Clebber Toledo // - Esquerda: Max Fercondini

ESPERO MESMO QUE VOCÊS VOTEM! EU ATÉ ESTOU MUDANDO O JEITO DA ENQUETE PRA VER SE ESTIMULA O PESSOAL!!
*chega de papo. Para vocês o segundo capítulo de As vezes o inesperado pode agradar!

Capítulo 2 - Parte 1
Novo rumo


Já no avião eu não conseguia dormir e isso era um problema. Também, rever um pai que não te quis é de tirar o sono de qualquer um. Mas eu tomei uma decisão. Vou tratá-lo com indiferença.
Durante a viajem perambulei pelo avião fazendo tudo que pudesse tirar de minha mente o que me esperava nos Estados Unidos.
Ao desembarcar, um medo tomou meu corpo. Eu nunca vi meu pai, no máximo o vi nos meus álbuns de criança. Ele não devia ter mudado muito e eu poderia reconhecer-lo, mas não faria isso. Ele teria de me encontrar mesmo que demorasse.
Peguei minhas malas e sai pelo portão de desembarque.
- Luciana?
Entrei em choque. Ele era o único que sabia da minha existência. Como me reconheceu?
Me virei e, era mesmo meu pai. Havia mudado um pouco, envelhecido, mas continuava sendo ele com sua pele cor-de-bronze e o cabelo castanhou-dourado. Como eu podia ser tão branca se ele tinha uma pele bem mais escura?
- Oi, bem... Coisas inesperadas acontecem não é?
- Me de suas malas, vamos pegar o carro no estacionamento.
- Pode deixar que eu carrego.
- Deixa de ser boba. É o mínimo que eu posso fazer.
Ele pegou minhas malas, mesmo eu dizendo que não precisava. Fomos até o estacionamento e, me deparei com um lindo Porsh prata. Me segurei, mas não pude me conter.
- Cala a boca. Você tem um Porsh?
Ele riu e guardou as minhas malas no carro.
- Você já tem carteira Lucy? Posso te chamar assim não é?
Eu queria dizer não, mas era ele quem iria me sustentar daqui para frente.
- Pode e, não. Não tenho carteira de motorista. No Brasil só se pode dirigir com dezoito. Eu só atinjo a maioridade em...
- Outubro. Eu sei, mas aqui é diferente. Temos que providenciar isso.
- Como você me reconheceu?
- Tenho fotos suas de todos os anos de sua vida.
O que? Super bomba. Vovó mandava fotos para ele? Ele queria saber de mim? Um blefe talvez? Pode apenas ter tido sorte.
Me esforcei um pouco para ligar o som e, sem querer, minhas mãos encostaram-se às dele.
- Meu Deus. Você está muito quente.
- Estou? Bem... Acho que já me acostumei
- Hoje está tarde, mas amanha após a sua aula vamos nos encontrar com uma equipe de médicos que contratei.
- Escola? Você já me matriculou? Aonde?
A-i M-e-u D-E-U-S. Tudo vai mudar mesmo.
- Sim. Já te matriculei. Eu queria que você estudasse no Philips Academy. Onde eu estudei, mas demoraria três horas de minha casa. Então te coloquei no Regis high shcool na 84th street.
- Pêra ai. Eu já recebi um convite de intercambio dessa escola. Ela não fica no Upper East Side?
- Sim. No bairro que eu moro.


beijoss e votem!!

Por M.D. * 6:10 PM Commentários:

[Domingo, Junho 07, 2009]


Oii


Bom estou aqui para postar a parte 2 do 1º capítulo, que vai mudar muita coisa na história!
Mas antes de qualquer coisa (...) Vocês se lembram que no ultimo post eu disse que teriam algumas votações? então, LÁ VAI!
Deixando bem claro antes de tudo que isso não passa de uma FICÇÃO. Eu pensei, sei lá, que talvez eu pudesse deixar a imagem dos personagens mais reais se eu mostrasse a vocês que artistas me inspiraram em cria-los.

*Começando pela protagonista Luciana Prudente Capadolle: Essa não terá votação!


Luma costa - Atriz da record.


* E agora, teremos uma votação para a Helisa Machado Farias:


Luiza Valdetaro - Atriz da globo!


Monique alfradique- Atriz da globo!


**VOTAÇÃO NOS COMENTARIOS **

E agora curtam a história!

Capítulo 1 - Parte 2
Reviravolta


Quando eu recobrei os sentidos, estava no sofá da sala. João segurava a minha mão. Neste cômodo também se encontravam meu médico, o policial, Helisa, seus pais e os pais de meu amigo.
- Então não foi um sonho? Ela realmente se foi?
Meu médico Maurício virou para mim a fim de me acalmar, mas ninguém conseguiria fazer isso.
- Luciana, você não pode pensar nisso agora, está com uma forte febre e os remédios não a fizeram passar.
Foi só quando ele falou que eu pude perceber como estava suando e com frio.
- Mas...
- Shhh. Pode dormir menina, nós estaremos aqui quando você acordar.
Fui obrigada a ficar quieta e acabei adormecendo.
Abri meus olhos, parecia que eu havia dormido por uma eternidade e realmente foi bastante tempo porque já estava claro. João e seus pais tiveram que ir embora, mas Helisa permaneceu com sua família e Maurício.
- O que eu vou fazer da minha vida agora doutor?
- bom, estava falando com a mãe de sua amiga e acho que ela fez certo em ligar para Daniel.
- O que? Meu pai? Aquele que me abandonou quando eu nasci e que a única vez que me ligo foi no meu aniversário de 15 anos? Eu nem posso chamá-lo de pai.
Então Alicia, mãe de Elisa se intrometeu.
- Querida, você não tem parentes aqui e é menor de idade. Como eu falei com o Daniel ontem, ele já começou a tomar as providencias. Você irá mora com ele nos Estados Unidos.
- Na... Não, não, e os meus amigos? Helisa e João. Minha vida é aqui.
- Mas ele é seu pai Lucy.
- Não fala isso. Eu nunca tive pai lembra? Ele me abandonou.
- Mas ele pode estar tentando consertar os erros do passado e já está resolvido. Você se muda amanha após o enterro de sua avó. Ele contratou uma equipe de médicos só para analisarem seu caso.
- Vocês decidiram tudo por mim sem me perguntar?
- Seria assim de qualquer jeito.
Tampei meus ouvidos, eu não queria escutar que teria de viajar para um país desconhecido. Um lugar onde eu estaria completamente sozinha, porque nunca considerei Daniel meu pai.
Sai da sala contrariada e fui arrumar as minhas coisas. Queria reunir o máximo de objetos que me fizessem com que eu me lembrasse da vida aqui.
Helisa apareceu na porta de meu quarto.
- Lucy, eu e meus pais temos que ir, o doutor Maurício também. Sinto muito pelo o que aconteceu amiga.
- Ok
- Não seja fria comigo. Você sabe que está é a única opção.
- Não Helisa, eu sei que talvez fosse pedir demais, mas eu podia ficar com vocês ou, sei lá, com João.
- Eu pensei nisso Lucy, mas seu pai mais cedo ou mais tarde iria ver que sua avó não está mais viva.
- e...
- Ontem quando mamãe falou com ele... Bem, ele disse que mesmo que ela não tivesse ligado ele iria descobrir e te levaria com ele.
- Engraçado que logo agora ele resolve ser pai?
- Amiga isso eu não posso te responder, mas nós vamos continuar nos falando. Eu prometo.
Mas então, outra voz surgiu no quarto. Era meu médico.
- Lucy eu tenho que voltar para o hospital, mas qualquer coisa é só me ligar.
- Tudo bem.
Eu me despedi dos dois e então me vi sozinha naquela casa. Eu realmente iria sentir falta de tudo aqui, principalmente da vovó.
O resto do dia foi como se tivesse algo entalado em minha garganta. Quando a noite caiu, eu tomei um banho chorando muito. Deitei na cama, mas não consegui dormir. Foi assim até o raiar do sol. Levantei da cama exausta, comi um pão com achocolatado, pois precisava estar forte e depois fui me arrumar para o enterro.
Exatamente às nove horas os pais de João me apanharam em minha casa e seguimos em direção ao cemitério.
- Você está melhor Lucy? Não pude te ver acordar ontem.
- Melhor? Não. Conformada? Não. Disposta a me mudar? Também não.
- Não fica assim. Eu também não quero que você vá.
- Obrigada.
Ao chegarmos pude ver como o local estava cheio. As amigas do antigo trabalho; aquele que ela foi obrigada a largar por minha causa, os vizinhos, meus antigos e atuais médicos, os amigos da igreja, até os companheiros de outras cidades vieram prestar sua solidariedade. Assim vi como ela era querida e neste momento o sentimento chamado saudade preencheu meu ser. Quantas coisas deviam ser ditas e ainda não foram? E nem seriam mais.
Neste momento o pastor da igreja que freqüentávamos começou a falar:
- Estamos aqui para homenagear a nossa querida Marisa Prudente. Mulher e fibra e coração...
Eu queria mesmo prestar atenção no que ele estava falando, mas não conseguia. O medo do que viria depois do enterro estava me deixando louca.
- Então, o que nós desejamos é que a nossa amiga, irmã, avó... Possa descansar em paz!
Aos poucos as pessoas foram embora. Muitos me deram abraços a fim de me reconfortar. Eu fiquei ali, parada, perto de vovó, desejando que ela acordasse. O que era impossível.
- Lucy...
- Oi João...
- Está pronta para ir?
Eu me virei e vi meus dois amigos com os olhos cheios de água.
- Eu realmente não quero ir.
- Mas Lu...
- Shhh... Não quero, mas preciso ir e, eu vou melhorar.
Fui para o aeroporto no carro do João. Quando chegamos já estava quase na hora do meu vôo.
- Escuta querida. Não quero que tenha raiva de mim. Eu fiz o melhor para você.
- Eu não tenho raiva de você Alicia. É só que... As pessoas morrem ao meu redor.
Helisa soltou um gritinho de horror e se intrometeu:
- Nunca diga isso Lu porque não é sua culpa. Nossa, eu vou sentir tanto a sua falta.
Antes que eu pudesse falar, ela me deu um abraço bem forte e depois foi a vez de João. Me despedi de Alicia, seu marido e os pais de meu amigo.
Foi então que eu escutei:
- Ultima chamada para o vôo com destino a Nova York, Estados Unidos
- Acho que é a minha deixa...
Eles me acompanharam até a porta de embarque, e então eu parti para uma nova vida sem saber o que esperar dela.


Beijoos e continuem comentando!

Por M.D. * 5:39 PM Commentários:

[Quarta-feira, Junho 03, 2009]



Olá!

Lá vai a Parte 1 do 1º Capítulo. Conto com a compreensão de todos, pois é a primeira vez que estou escrevendo. Também estou aceitando sugestões sobre a história.
Ahh, já vou adiantando também que rolará algumas votações no blog, mas ainda não vou falar sobre o que. Sem mais falação...

Capítulo 1 - Parte 1
Reviravolta


Então (...) estava eu, Luciana, com os meus 17 anos na casa de minha avó. Eu não saia de casa a mais de seis meses e hoje seria o aniversário de minha falecida Mãe.
- Querida, como se sente hoje?
Eu queria abrir os meus olhos, mas a dor era tão forte que se tornava impossível.
- Vó , meus olhos estão doendo, mas fora isso eu estou bem. A senhora sabe que dia é hoje?
Eu não pude ver, todavia senti o clima tenso que causei. Marisa não gostava de falar de Laura, até porque eu perguntava sobre ela e minha vó se lembrava do tempo em que sua filha era viva.
- 18 de fevereiro Lucy, eu sei que hoje seria o 38º aniversário de sua mãe, mas já te falei que eu estou envelhecendo e não posso suportar falar de minha filha que por razões do destino ou sei lá mais o que resolveu partir antes de mim.
Após essa revelação tive que fazer uma força para abrir os olhos e lá estava ela, a mulher que me criou forçando um sorriso.
- Desculpa vó. Eu só não pude fingir que hoje era um dia comum!
Foi o máximo que consegui dizer, mas sei que não a reconfortei.
O resto do dia seguiu como de costume. Minha vó foi até a farmácia comprar remédios enquanto João e Helisa, meus amigos de infância, me faziam companhia. Os dois eram meus olhos e ouvidos na escola, porque mesmo com professores particulares eu sentia que aprendia mais com eles.
A primeira a falar foi Helisa:
- Lu, eu vi a cara da sua avó quando cheguei. Foi a história da sua mãe que a deixou assim não é?
- Sim, a vovó nunca se conformou com a morte da minha mãe.
- Sério, ás vezes ela não quer que você sofra.
João concordou com o que Helisa havia dito, afinal ele sempre concordava com ela.
Nós três nos conhecíamos desde os cinco anos, pois freqüentávamos a mesma Igreja. João era alto, loiro, de olhos claros e atleta. Acho que ele sempre gostou de Helisa, que também era loira, esbelta e do tipo de garota de catálogo de loja. Por isso nunca alimentei minha “paixonite” por ele. Eu nem chegava aos pés de minha melhor amiga, com meu cabelo ondulado preto, de pele muito branca, ainda mais depois de seis meses meio que trancafiada em uma cela, além da minha falta de peso,algo fora do normal! Ás vezes até chegava a pensar que não podia ser filha de Laura, pois sua beleza era inconfundível, pelo menos meus olhos eram claros como os dela.
- Acho que não gente, a vovó era realmente muito ligada a minha mãe.
Embalamos nessa discussão pelo resto da tarde, mas conforme o andamento da hora comecei a me preocupar, e vi que João pensava o mesmo que eu. Então, ele interrompeu Helisa que apresentava uma teoria diferente sobre os sentimentos de vovó a cada minuto.
- A dona Marisa já não devia ter chegado?
- Creio que sim. Lu dá uma ligada pra ela! É que tenho compromissos mais tarde.
Helisa sempre dava um jeito de sair nos fins de tarde, então quando minha vó atrasava em seus afazeres, eu ficava um tempo só com João. O que não era ruim porque além de lindo era um ótimo amigo.
Para não fugir a regra, Helisa foi embora. Eu e João fomos assistir TV. Em pouco tempo a campainha tocou, uma mistura de alívio e tensão.
- Viu Lucy, temos que parar de nos preocupar.
- Não sei não, ela nunca esquece a chave.
Sai em direção à porta. Porém quando cheguei, pude perceber que não era minha avó. E, sim: um policial.
- Olá! Como posso ajudar?
- Bem, aqui que mora Marisa Prudente?
- Sim, mas me desculpe senhor. Ela saiu mais cedo.
- Qual o seu nome, menina?
- Luciana Prudente Capadolle. Sou neta de Marisa. Porque, senhor?
- Há algum responsável que eu possa falar?
- Não. Só estou eu e um amigo.
- Não sei como dar essa notícia. Posso entrar?
Caminhamos até a cozinha e ele pediu-me para sentar. E então começou a falar.
- Receio que ela não vá voltar hoje.
Uma onda de aflição tomara conta de meu corpo. O que ele queria dizer com isso?
- Como assim? O que aconteceu?
- É que... Bem... Houve um assalto à farmácia em que ela se encontrava. E, segundo testemunhas, ela se recusava a ficar no local porque tinha uma neta com problemas e precisava levar os remédios a ela. Sinto muito. Você é esta neta?
Ele realmente estava dizendo que minha avó não iria voltar? Não podia acreditar. Era muito difícil e parecia irreal.
- Sim, mas onde ela está? Onde posso vê-la? Quero ir para lá agora.
- Luciana, não é? Querida, sua vó foi encaminhada para o hospital, porém não resistiu. Preciso de um responsável por você e por ela. Sua vó foi baleada. Sinto muito.
- Eu não tenho...
Não consigo descrever o que senti. Lágrimas corriam de meus olhos, enquanto estava em choque, minhas pernas tinham perdido suas forças. Nada passava em minha mente.


Até a próxima!

Por M.D. * 5:39 PM Commentários:

[Domingo, Maio 31, 2009]


Bom este é o primeiro post de muitos que virão. Então vou deixar aqui para vocês o Prólogo de minha história: As vezes o inesperado pode agradar!


Prólogo

Quando eu nasci, Bem (...) Não posso dizer que excedi as expectativas, até porque minha mãe, Laura, não sobreviveu para me criar. A partir deste acontecimento creio que meu pai não suportou ter ao seu lado a assassina de seu grande amor. Então eu morei com minha vó no Brasil até hoje? Dia 18 de fevereiro de 2009
A minha infância não foi igual a das outras crianças, pois, devido às complicações no parto de Laura eu tive problemas desde o dia em que ela me deu a luz. Sempre fui muito alérgica e constantes febres deixavam médicos assustados já que não havia motivo para o grande aumento de minha temperatura. Com o passar do tempo as febres pioraram, cheguei a ser internada umas 3 ou 4 vezes.
Eu gostava de morar no Brasil, para ser mais certa no Rio de Janeiro, capital. Adorava ir para as praias e sair com os amigos, mas apos os meus 16 anos já não me importava mais até porque o Máximo que eu chegava perto do sol era da varanda de meu quarto. Não que eu estivesse morrendo, contudo meus médicos me proibiram de sair da casa a fim de detectar qual era o motivo das minhas febres.



Espero que gostem! Em breve postarei o 1º capítulo.
Até mais!

Por M.D. * 4:59 PM Commentários: